Encontram-se as pessoas. Palavreiam, discorrem sobre isto e aqueloutro, riem, ficam sérias e.... palavreiam... e voltam aos seus afazeres até uma próxima vez; que pode ser amanhã ou depois, ou já daqui a pouco.
Este blogue pretende ser um espaço onde, os naturais, descendentes, admiradores ou outros, possam noticiar, opinar, reflectir, pensar… Amar… Vila Mendo. Será um espaço de encontros, de memórias: passadas, presentes, futuras; um espaço de profunda comunhão naquilo que é a marca identitária que caracteriza cada um daqueles que pensa, ama, sente, incondicionalmente, Vila Mendo.
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quarta-feira, 5 de junho de 2019
sexta-feira, 19 de abril de 2019
Quotidianos
Uma qualquer manhã de um dia qualquer; o "pitroleiro"- merceeiro (jorge Silvino) faz-se anunciar, sibilando uma e outra vez. Acompanha-se dos mais variegados víveres, essenciais no quotidiano das nossas gentes.
Ocasião para se trocarem impressões, sensações, opiniões; que aqui ainda todos se conhecem e reconhecem...
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terça-feira, 18 de abril de 2017
Vidas
O Sr. Raúl Domingos e a Sra. Olívia Martins fazem hoje 64 anos de casados; toda uma vida. Ele tem 89 anos e ela é um pouco mais nova, contudo ainda têm um talho na praça.
Quando casaram foram viver para a Quinta de Cima onde a Sra. Olivia cresceu, apesar de nascer na Quinta de Meio. Pese embora ter saído há tanto tempo de Vila Mendo, o Sr. Raúl continua a ser um Vilamendense orgulhoso.
Parabéns.
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terça-feira, 4 de abril de 2017
Vendedores ambulantes
(Havemos um dia falar sobre este vendedor ambulante que, de terras africanas e muçulmanas, regularmente vem a Vila Mendo, e a outras terras vizinhas, vender uma panóplia imensa de coisas distintas, numa velha e pequena carrinha de matrícula espanhola...)
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
Pequenos retalhos da Vida... em Vila Mendo
Em Vila Mendo, tal como na maior parte das aldeias, é costume os padeiros, merceeiros e outro tipo de comerciantes irem vender os seus produtos. Aliás já têm dias determinados para o efeito; assim as pessoas durante todos os dias da semana, à excepção do Domingo, sabem, mais ou menos, quem é e o que vêm vender. Contudo o apito, com que se fazem anunciar, ainda constitui motivo de alguma incerteza e traz uma certa agitação e curiosidade que vem quebrar o lento respirar dos dias: “- Este apito deve ser o padeiro do Marmeleiro.”; “- Então hoje o padeiro de Pêga ainda não veio?”; “- Este apito não é o do Silvino, mas hoje é Quinta-feira?”; “- O Dias já chegou.”… Às vezes chegam a juntar-se no Largo do Chafariz (antigamente Largo da Amoreira) mais do que um vendedor. São momentos intensos, de conversas cruzadas, em que as pessoas (normalmente as mulheres) trocam argumentos a favor de uma causa, lamentam-se pelas maleitas que teimam em surgir em catadupa, esgrimem previsões acerca do tempo que vai beneficiar ou prejudicar as hortas, fazem dois ou três comentários sarcásticos e altamente corrosivos acerca deste ou daquela e falam... falam… e zangam-se, por vezes… e falam… e vão-se embora… e voltam… de novo para principiar do princípio mais um dia surpreendente e previsível; mais um momento enfático e frívolo… para simplesmente… a existência dos dias demorados ter… sentido… o seu sentido… o seu próprio sentido… São retalhos pequenos de uma vida… da vida em Vila Mendo… da Vida…
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