Este blogue pretende ser um espaço onde, os naturais, descendentes, admiradores ou outros, possam noticiar, opinar, reflectir, pensar… Amar… Vila Mendo. Será um espaço de encontros, de memórias: passadas, presentes, futuras; um espaço de profunda comunhão naquilo que é a marca identitária que caracteriza cada um daqueles que pensa, ama, sente, incondicionalmente, Vila Mendo.
sexta-feira, 2 de maio de 2014
quarta-feira, 30 de abril de 2014
"Vila Mendo no meu Olhar"
Semanalmente, às sextas-feiras, vamos dar início a uma rubrica denominada "Vila Mendo no meu Olhar" com Júlio Pissarra. Duas fotografias que espelham o seu olhar sobre Vila Mendo e suas Gentes. A não perder.
Quem quiser retratar Vila Mendo em todas as suas nuances, não se coíba de enviar fotografias.
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Fotografia
quinta-feira, 24 de abril de 2014
terça-feira, 22 de abril de 2014
Jantar
Decorrente ainda da Matança do Porco/Festa do Chichorro, vamos realizar mais um jantar dia 26, sábado, pelas 19h30. A ementa: presunto assado no forno comunitário com arroz de feijão em panela de ferro. Os cozinheiros: Luís Costa, Júlio Pissarra e Mário Maria.
Momentos de convívio e de pensar... Vila Mendo...
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segunda-feira, 21 de abril de 2014
Apoios
Para que conste, recebemos da Junta de Freguesia de Vila Fernando um apoio no valor de 500€. Agradecemos.
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Freguesia: Vila Fernando
quarta-feira, 16 de abril de 2014
segunda-feira, 14 de abril de 2014
sexta-feira, 11 de abril de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
O Rio da minha aldeia- Tiago Gonçalves
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
Alberto Caeiro
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
Alberto Caeiro
O poema deste heterónimo de Fernando Pessoa é, para mim, um dos maiores paradoxos que vivo. Quem me conhece sabe o fascínio que sinto relativamente aos rios, ao ruído constante e natural, como gosto de me deixar ficar simplesmente a fitar a corrente que passa.
Se há algo que me fascina nos rios e nos locais que por eles são banhados é a confluência das pessoas e das aldeias para o rio, a vida que gira em torno dele. O rio é, nesses casos, um verdadeiro propulsor da atividade económica em todos os locais por que passa mas também um espaço de contacto com a natureza no seu estado mais puro permitindo, a cada passo, uma vivência e uma sensação diferentes determinadas pela diversidade da sua fauna e da sua flora.
Quis o destino que crescesse a ouvir histórias de um rio. Um rio em que as pessoas se banhavam alegremente no Verão; em que se podia pescar; em que as mulheres se juntavam para lavar a roupa ou as tripas aquando das matanças; um rio que era fonte inesgotável da riqueza agrícola e em que os melhores terrenos se situavam todos nas suas margens.
Cresci a ouvir histórias que, infelizmente, nunca vivi. E como gostava de as ter vivido. Talvez seja por esse motivo que adoro rios e invejo todas as localidades que têm um rio.
Um dia gostava de ensinar um filho meu a pescar num rio, gostava de o ver brincar às escondidas por entre a densa flora que o esconde e que com ele serpenteia os espaços por onde ele passa, gostava de me banhar alegremente nesse rio e sentir como o rio é parte do que todos somos enquanto comunidade.
Não sei se esse dia vai chegar, sei apenas que desejo com todas as minhas forças que chegue.
Porque esse rio de que falo é apenas a maior chaga poluente que o nosso distrito conhece. A suprema vergonha de quem tendo responsabilidades na matéria nada fez para evitar a lenta degradação a que o mesmo foi sujeito durante mais de 25 anos. 25 anos!! O suficiente para destruir toda a fauna e toda a flora, o suficiente para tornar os terrenos mais férteis absolutamente improdutivos, o suficiente para destruir a memória e a esperança de uma comunidade.
Diz o poeta que o rio da sua aldeia não o faz pensar em nada, que quem está ao pé dele, está só ao pé dele. Sorte a desse poeta e sorte a dessa aldeia.
No rio da minha aldeia isso é impossível! O rio da minha aldeia chama-se Noéme.
Tiago Gonçalves
( Crónica publicada no jornal Terras da Beira da pretérita semana.)
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Rio Noéme
sexta-feira, 4 de abril de 2014
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Filhos da Terra- Acácio Pereira
Podem ler AQUI um artigo de opinião do Acácio Pereira no jornal O Interior, da pretérita semana, sobre a imigração na Beira Interior.
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sexta-feira, 28 de março de 2014
Almoço
Amanhã, sábado, vai ser realizado mais um almoço decorrente da Festa do Chichorro/Matança do Porco. A ementa será: Guisadinho misto em panela de ferro acompanhado de batata cozida com casca. Momentos de convívio... momentos de pensar... Vila Mendo...
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terça-feira, 25 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
terça-feira, 18 de março de 2014
Caminhada pelo Noéme
Uma excelente iniciativa. A ver se as autoridades competentes resolvem a questão da poluição da "nossa ribeira" de uma vez por todas.
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Rio Noéme
segunda-feira, 17 de março de 2014
quinta-feira, 13 de março de 2014
segunda-feira, 3 de março de 2014
Tabernas do Entrudo- Tasca do Chichorro
Carlos Monteiro (Vice-Presidente da Câmara); Victor Amaral (Vereador da Cultura); eu; Jorge; Élio; Júlio
Quim; Zé Albino; eu; Ricardo; Santiago; Júlio; Élio; Manuel Joaquim
D. Helena; Andrea; Augusta
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Tabernas do Entrudo- Taberna do Chichorro
Amanhã, dia 1 de março, a nossa Associação vai estar, conjuntamente com outras colectividades, no paço da cultura (devido ao mau tempo talvez no sitio onde está projectado o museu de arte sacra e que fica mesmo ao lado) onde teremos uma taberna. São as Tabernas do Entrudo, no âmbito das comemorações do Carnaval na Guarda. A nossa será a Taberna do Chichorro. Venderemos pão, pães de chichorro, chichorros e vinho. Vão estar abertas a partir das 14h.
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domingo, 23 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Almoço
Amanhã dia 22, decorrente da Festa do Chichorro/matança do porco vamos realizar mais um almoço. A ementa: feijoada à moda de Vila Mendo. Mais um momento para reforçar laços e projectar ideias.
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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
General Pina Monteiro- comentário de José Eduardo
Cruzei-me com o Sr. General Pina Monteiro não mais que uma meia dúzia de vezes. A primeira aquando da morte prematura de seu irmão “Zéquita”, que Deus tenha, por se ter deslocado à nossa aldeia a fim de ultimar as exéquias fúnebres com o Sr. Padre Manuel Igreja Dinis, que aqui viera celebrar missa logo pela manhã.
Uma dúzia de anos depois, em 1986, quando frequentei o Curso Geral de Milicianos (CGM) e Curso de Oficiais Milicianos (COM) na Escola Prática de Infantaria (EPI),em Mafra, no Batalhão de Instrução comandado pelo então Sr. Major Armando Fermeiro, natural do Adão, por entre extensas escadarias e corredores com distintivos de batalhas passadas, nomeadamente “La Lys”, “La Couture”, e tantos outros de ler, reler e percorrer vezes sem conta até os pés ficarem cansados, ouvi as melhores referências ao Sr. Capitão Pina Monteiro.
Em 14 de Agosto de 1987 participava nas Patrulhas Nuno Álvares Pereira (dia da infantaria por referência ao seu Patrono, D. Nuno Álvares Pereira, e batalha de Aljubarrota) em representação do Regimento de Infantaria de Castelo Branco (RICB), quando perfilado em parada em frente ao Convento de Mafra, vi chegar a comitiva chefiada pelo Sr. General Firmino Miguel, então Chefe do Estado Maior do Exército (CEME), logo secundado pelo seu Adjunto de Campo, o Sr. Major Pina Monteiro. Chegados à tribuna, e antes de se iniciar a cerimónia, o Sr. Major distribuiu abraços e palmadas nas costas aos numerosos oficiais superiores que ali se encontravam, todos eles de patente superior: Coronéis e Brigadeiros.
Era então o Sr. Major Pina Monteiro, recente oficial superior, pessoa já muito considerada pelos seus pares.
Ainda no decorrer desse ano recebemos no Quartel de Castelo Branco a visita do Sr. General Firmino Miguel, acompanhado do seu Adjunto de Campo, Sr. Major Pina Monteiro. Na messe de oficiais trocámos dois dedos de conversa, onde necessariamente tecemos alguns comentários sobre a nossa freguesia.
A partir de então fui tomando contacto da brilhante carreira castrense pelos meios de comunicação social e familiares, sendo que há cerca de um ano comentava com o seu irmão “Bito”, no seu restaurante “O Peregrino” :
- Não fora o cargo de Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas atribuído rotativamente por entre os Chefes dos três ramos das Forças Armadas, e o Sr. General alcançaria o patamar cimeiro das Forças Armadas.
Ao que me respondeu, com inquestionável certeza:
- Ele chega lá.
E chegou. Alcançou o patamar máximo com a quebra do princípio implícito da rotatividade entre os Chefes dos três ramos das Forças Armadas, o que só por si revela a sua elevada competência e prestigio.
Parabéns Sr. General Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) e longo e profícuo mandato.
Parabéns à família que ainda há pouco tempo, no ano de 2011, viu premiado mais um dos seus nas artes das letras e poesia, com o Prémio Camões atribuído a Manuel António Pina, entretanto falecido, e que tive o prazer de conhecer numa das suas deslocações a Miranda do Douro, onde então trabalhava uma sua filha como Representante do Ministério Público.
José Eduardo
P.S. – Parabéns, também, à minha tia Ascensão (também conhecida por Assunção) que no dia 8/2/2014 perfez a linda idade de 95 anos. Registo o feito por presumir ser actualmente a mais idosa dos Vilamendenses, depois de ter sucedido a sua irmã, tia Celeste, que à data do seu decesso contava 97 anos de idade.
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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Gentes da freguesia- general Pina Monteiro
O general Pina Monteiro é natural da nossa freguesia, de Vila Fernando, irmão do "Tó Mané" e tio do Bruno Pina, presidente de junta. Os nossos parabéns pelo cargo a que vai ser chamado, sinal de competência e rigor.
«Quatro décadas depois de ter ingressado no Exército, o general Artur Neves Pina Monteiro tomou posse esta manhã como Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA).
Nascido na Guarda a 1 de março de 1952 (61 anos), Pina Monteiro entrou para a Academia Militar em 1970, tendo concluído, quatro anos depois, o curso de Ciências Militares, Arma de Infantaria. No ano da Revolução de Abril rumou a Leiria à Escola Prática de Infantaria onde esteve até 1985. Pelo meio (em 1978/79), o à época capitão Pina Monteiro esteve no Regimento de Infantaria de Ponta Delgada. Chega aos corredores do poder no final dos anos 80 do século passado. Pina Monteiro, então major, foi ajudante de campo dos general Firmino Miguel, comandante do Exército entre 1987 e 1991. Haveria de voltar ao gabinete do chefe de Estado-Maior do Exército (CEME), em 1998 como adjunto, e em 2003 como chefe de gabinete do general Valença Pinto.»
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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Coisas da Vida
Faleceu o Padre António, irmão do Sr. Joaquim Domingos e do Sr. José Domingos. Fez todo o percurso académico no Alentejo onde vivia e exercia o seu ministério sacerdotal. Regularmente vinha a Vila Mendo. Teria 86 anos. Mais um dos nossos que nos deixa. Infelizmente não consegui encontrar nenhuma fotografia e infelizmente não poderei estar no funeral por estar a ser assolado por febre. O funeral realiza-se hoje pelas 16h. Aos irmãos e sobrinhos os nossos pêsames.
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terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Festa do Chichorro
Desde tempos imemoriais que o porco assume um papel de primeiro relevo na alimentação e, por consequência, na economia das comunidades rurais, pelas inúmeras possibilidades na feitura dos mais diversos tipos de alimentos, tão importantes ao longo do ano na sobrevivência das famílias. O porco tinha até uma importância capital na teia das relações sociais e nas dinâmicas comunitárias uma vez que, não raras vezes, servia para, de forma silenciosamente ruidosa, estabelecer ou (re)afirmar o estatuto de abastança, logo o estatuto social. Os fluxos migratórios das décadas de 60/70 e inerentemente o contacto com hábitos culturais diferentes, bem como a electrificação das aldeias (Fevereiro de 1979) fizeram com que os hábitos alimentares mudassem sobremaneira. Deste modo a importância do porco na alimentação e nas dinâmicas comunitárias foi gradualmente perdendo visibilidade e, até, viabilidade.
De forma a resgatar esta prática ancestral, a ACR Vila Mendo tem, de há vários anos a esta parte, promovido a Matança do Porco. Este ano contamos com a particularidade de darmos, em todo o processo, maior ênfase a uma “iguaria” que era feita em todas as matanças: o Chichorro.
Havia duas qualidades: o do coiro, que era constituído, basicamente, pela carne entremeada cortada em pequenos pedaços e o do “Redanho”. Este apenas era constituído pela gordura existente nas massas gordas do animal. A sua confeção era simples. A carne era introduzida em panelas de ferro diferentes e aí fritos na própria gordura que libertavam. Apenas lhes era acrescentado sal grosso a fim de realçar o seu sabor. Depois de já confeccionados, eram então exprimidos para que o excesso de gordura fosse libertado. Depois de arrefecerem eram comidos com uma fatia de bom pão centeio e um melhor copo(s) de vinho tinto. Este constituía um simples mas muito apreciado petisco nesses dias intensos de azáfama mas também de convívio.
Para esta “Festa” criámos dois pratos com Chichorros que por certo farão as delícias de quem tiver o prazer de os degustar.
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Tradições
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Em jeito de conclusão (do balanço)
Relativamente à questão do corte do pagamento da luz por parte da junta houve inúmeras reacções escritas e não escritas, faladas e não faladas, pensadas e não pensadas… que configuram um cenário que importa ter o seu términus. Tentarei ser sintético e objectivo, como convém. Na sequência da carta enviada pela junta a comunicar o cancelamento do pagamento da luz (e da atribuição futura de um subsídio de 500€ ), reuni (com o Rodrigo Costa e o Zé Gonçalves) no dia 30 de Novembro com o presidente e secretário onde, perante a inflexibilidade para voltarem atrás na decisão comunicada, propusemos o aumento do referido subsídio em vários montantes. Também aqui não houve flexibilidade e o valor a atribuir ficou o estipulado. Pelas razões que agora me dispenso apresentar, mas por demais evidentes nas dinâmicas criadas, não concordamos com o valor , baixo, do referido apoio. Contudo também afirmo que a junta tem toda a legitimidade para fazer os actos de gestão que bem entenda, dentro daquilo que será a sua estratégia global para a freguesia… Não obstante isso, os seus actos de gestão são susceptíveis de concordância ou não, de crítica ou não e de responsabilização. E todos têm de estar preparados para as criticas construtivas e, essencialmente, para as menos positivas...
Duas notas apenas: Estarei disponível para dialogar sempre que a junta entenda e ache por conveniente.
Ainda tenho esperança que a junta analise a questão sob outros prismas e vicissitudes e aumente o valor do apoio tão importante para esta Associação e, em última instância, para a freguesia.
Têm a palavra...
Têm a palavra...
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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Em jeito de balanço
Em
jeito de balanço, sintético como convém, podemos descortinar várias actividades
e vários momentos que concorrem para uma afirmação cada vez mais positiva e profícua
da Associação. Poderíamos fazer mais e melhor? Sem dúvida; todos os que temos
um papel efectivo na sua condução devemos dar mais de nós para que Vila Mendo
tenha… sentido… Os tempos que se avizinham serão difíceis, por certo. Cabe-nos
a nós encontrar nas fraquezas, forças, nos obstáculos, pontes que congreguem
todos aqueles que querem fazer da nossa Terra um lugar… especial… de sonhos… a
cumprir…
Contudo
não podemos deixar de referir um factor que vai ter um impacto extremamente
prejudicial com consequências extremamente nefastas, constituindo, eventualmente, uma
machadada na dinâmica da Associação: a Junta de Freguesia de Vila Fernando deixar
de pagar a electricidade da Associação a partir, precisamente, de hoje. Não
vamos agora fazer leituras, interpretações e demais considerações sobre tal,
mas isso terá um efeito profusamente negativo naquilo que é a acção da
Associação…
De
qualquer modo o nosso plano de intenções para 2014 é o abaixo indicado numa
atitude de confiança no futuro, apesar de tudo…
A
todos os que nos ajudam, apoiam e motivam o nosso bem-haja. Bom ano.
-Festa do Chichorro (matança do porco)- 25 de janeiro
-X Encontro Motard– 24 de
Maio
-Caminhada-15 de Agosto
-Torneio de Futebol7– Agosto
-Exposição Fotográfica-15 de
Agosto
-Vila Mendo On Tour– 4/5 de
Outubro
-Tradição e Memória: Cozer do
Pão no Forno Comunitário-29 de Novembro
-Teatro: produção original–
Novembro/ Dezembro
-Lançamento de Revista
Cultural– Agosto/Dezembro
-Lançamento do Caderno de
Memórias nº2– 20 de Dezembro
-Jantar de Natal– 20 de
Dezembro
- Preparação "Actividade
Surpresa" de âmbito cultural- 2014/2015
(Festa de Santo André–
15/16/17/18 de Agosto)
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opiniões
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Falta de abastecimento de água e saneamento em Vila Mendo e freguesia de Vila Fernando no jornal Interior
Podem ler AQUI a reportagem que o jornal Interior fez acerca deste assunto. Pelo andar da carruagem não sei será nos próximos tempos ou se algum dia estas infraestruturas, básicas, serão efectivadas em Vila Mendo e restantes anexas da freguesia de Vila Fernando. Triste sina a da nossa freguesia. Será ético, ou até lícito, as nossas gentes pagarem os mesmos impostos que a restante população quando não temos saneamento, não temos água, não temos acessos nas devidas condições, não temos o rio Noéme limpo?!. Quando, muitas vezes e muita gente, fala em igualdade e equidade esquecem-se de falar nestas situações verdadeiramente discriminatórias. Não será altura das nossas populações, sempre esquecidas e quase que desprezadas, serem alvo de Trato Preferente?!.
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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Lançamento Caderno de Memórias e Jantar de Natal
Pereira (co-autor); Victor Amaral (Vereador da Cultura da Câmara da Guarda);eu; Júlio Pissarra (co-autor); Catarina Tavares (ilustradora). Um cumprimento ao Prof. José Monteiro pela revisão de textos bem como aos demais co-autores que não estiveram presentes: Acácio Pereira; Arlete Conde; Padre Carlos; José Eduardo; José Domingos; Manuel Corte e Manuel Silva.
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Memórias de Vila Mendo
Mensagem de Natal- Carlos Conde
Amigos de Vila Mendo, venho por estas simples palavras desejar-vos um Feliz Natal e que o Ano Novo venha cheio de saúde e prosperidade. Um forte abraço para todos. Carlos Conde e família. Felicidades.
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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Lançamento do Caderno de Memórias: "Vila Mendo nos Anos 60/70"
Dia 21, sábado pelas 17h30, a Associação Cultural Recreativa Vila Mendo faz o lançamento do Caderno de Memórias nº1: “Vila Mendo nos Anos 60/70”, com a presença do Vereador da Cultura. Memórias contadas na primeira pessoa dum tempo tão distante da realidade da contemporaneidade mas tão próximo da realidade cronológica. Sem pretensiosismos académicos e/ou científicos, deixámos discorrer a Memória que, em última instância, é o garante da nossa própria identidade enquanto indivíduos, enquanto comunidade, enquanto povo. Para memória futura, as dinâmicas da comunidade Vilamendense desse tempo ficam registadas na eternidade da palavra escrita. Uma edição de autoria conjunta com a Coordenação de Luís Filipe Soares, Prefácio de Victor Amaral- Vereador da Cultura- Revisão Linguística do Professor José Monteiro e Ilustrações de Catarina Tavares. Autores: Acácio Pereira, António Pereira, Arlete Conde, Carlos Fonte, José Eduardo, José Domingos; Júlio Pissarra, Manuel Corte e Manuel Silva. Apoio: IPDJ (Instituto Português do Desporto e da Juventude).
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Memórias de Vila Mendo
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Coisas da Vida
Faleceu a Sra. Etelvina, "Titelvina" como lhe chamávamos. Há já vários anos que se encontrava num lar no Rochoso. Aos 92 anos (segundo creio) parte mais uma pessoa da nossa Terra; a mais velha por sinal. Mais um pouco da história de Vila Mendo que nos deixa. Infelizmente não tenho nenhuma fotografia dela. Recordá-la-emos com saudade. O funeral será amanhã pelas 15h. Aos familiares os nossos pêsames.
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