quarta-feira, 26 de abril de 2023

Retalhos da Vida

João e João
É tempo de semear e plantar, num eterno ciclo de surgimento e desaparecimento. Manualmente, as lides do campo são, por certo, mais laboriosas, mas o apuro conseguido deslembra as canseiras de tal... 
Retalhos da Vida... em Vila Mendo! 

 

domingo, 23 de abril de 2023

quarta-feira, 19 de abril de 2023

domingo, 16 de abril de 2023

Coisas da Vida

Joaquim Pereira Gomes faleceu aos 74 anos em Bondoufle- França- onde ficará para a eternidade. Filho de Vila Mendo, emigrou desde cedo.
À esposa Graziela, às filhas Alexandra e Alexia, aos irmãos: Pereira, Jorge, Julieta, Armando, Zé, Helena, Fernando, Prazeres; aos sobrinhos e restante família  os nossos sentidos pêsames.  
Vila Mendo fica mais pobre.

quarta-feira, 12 de abril de 2023

Retalhos da Vida

Sra. Ana Maria; Sr. Ismael
A primavera tornou. O tempo ameno com ela; e a rua oferece agora o aconchego necessário para assuntos de circunstância, caldeados com alguns de substância… 
Retalhos da Vida… em Vila Mendo.

segunda-feira, 10 de abril de 2023

Gentes de Cá

Acácio Pereira no jornal Interior.

 

segunda-feira, 3 de abril de 2023

Ruralidades

Aconchegadas. Protegendo-se. Como irmãs.
 

quinta-feira, 30 de março de 2023

Sugestão de leitura

Na continuação de "Se Isto é Um Homem", Primo Levi relata os meses da viagem desde a libertação do campo de concentração até à chegada a Itália, ao seu lar, e à humanidade reencontrada... 

 

sábado, 25 de março de 2023

Aquilo Teatro

Nas comemorações dos 40 anos (a fazer cultura).

sexta-feira, 24 de março de 2023

NDS- Juvenis

Domingo, o NDS pode ser campeão distrital de juvenis (e Vila Mendo também!..)

quarta-feira, 22 de março de 2023

Identerioridades- TMG

(Fotografia de Arménio Bernardo)
O espectáculo teatral de Vila Mendo, no pretérito dia 3 de Dezembro.
 

segunda-feira, 20 de março de 2023

quinta-feira, 16 de março de 2023

Sugestão de leitura

Quando mais do que a própria vida, o que está em jogo e ameaçado é a personalidade como tal: aquilo que nos define como seres humanos; o Homem completamente desumanizado e coisificado... e aconteceu há 80 anos... no nosso "mundo civilizado".

terça-feira, 14 de março de 2023

Guerra(s)

Neste momento tão complexo da humanidade com a guerra na Ucrânia (e não só), não esqueçamos que, também não há muito, estivemos em guerra e nela muitos morreram- como o nosso conterrâneo José Lopes Pereira.

sexta-feira, 10 de março de 2023

Identerioridades- teatro

(fotografia de Arménio Bernardo)
O nosso espectáculo em Vila Mendo, no dia 5 de Agosto pretérito.

terça-feira, 7 de março de 2023

sexta-feira, 3 de março de 2023

o Homem e o Bem e o Mal

(Publicado no jornal A Guarda na edição do dia 23 de Fevereiro)

O pensamento da humanidade (ou pelo menos da civilização europeia e ocidental) é profundamente marcado pelas narrativas (alegorias) da queda (pecado) do Homem causadas pelo conhecimento: a Árvore do Jardim do éden, a Tragédia Prometaica e o Pacto Fáustico. A primeira incita a humanidade à transgressão, a um exílio e a uma miséria constantes. Prometeu é condenado a uma tortura interminável por ter ousado roubar aos deuses a sabedoria. O esforço de inteligência em Fausto excede-se e leva a sua alma ao inferno. Através delas, há como que um crime (pecado) que define o espírito humano (de sempre; para sempre?), que ecoa seminalmente e que não pode ser apagado. Este desejo, este impulso transcendente por conhecer, por querer saber do Ser e da Substância não se pode extinguir, é incontrolável: para o bem e para o mal- os benefícios para o mundo têm sido incontáveis por tal, mas as atrocidades não lhes ficam atrás.
De facto, é o nosso passado inconsciente colectivo (e individual) que opera (n)o nosso pensamento e nos faz desejar, querer e agir… e um dilema inultrapassável, como que uma incapacidade decisiva se nos afigura: a maior luta- O Bem e o Mal- lado a lado, desde o início ao fim dos tempos. A história da humanidade resumida neste antagonismo. A história individual plasmada na concretude das acções quotidianas: boas ou más (e respectivas consequências).
Efectivamente, o Homem desde os primórdios sobreviveu, viveu, evoluiu à custa de sacrifícios individuais e comunitários. À custa do seu semelhante. Prosperou na senda do conflito e da violência.
Assim, também nós passamos a existência a fazer ou a evitar o mal. É-nos (quase?) intrínseco: o Mal que provoca a rejeição do próximo, que o desumaniza, que o elimina. O mal que denigre, que afasta, que retira, que atrasa. O mal que discrimina, que vilipendia, que difama, que corrompe. O mal que corrói os pensamentos, as emoções e até as orações. O mal que nos agride e reprime, que inveja o outro e que o condiciona se para tal houver algum tipo de poder, por mínimo que seja. Esse poder que tolda e nos faz pensar que “para além de nós o caos”, como se fôssemos especiais (que também somos). O poder que impõe e não propõe, que dita e não ensina, que humilha e não partilha, que negativiza e não tolera nem valoriza.
O mal que impede o elogio sincero, o abraço terno, o sorriso por inteiro.
Com efeito, às vezes damos por nós a tentar destruir a felicidade dos outros (por acção ou omissão) e com isso estamos a destruir a nossa; e sem que nos apercebamos tornamo-nos azedos pessoalmente e revoltados colectivamente; sem que nos apercebamos que a felicidade (ainda que inalcançável) reside no Bem-comum. O bem pelo bem- somente- sem intencionalidades, interesses e interacções dúbias. É por Ele que a humanidade poderá ser, ainda… Humana!
É difícil? É. Até porque somos culturalmente e em certa medida herdeiros da morte (logo do sofrimento, do mal); da morte de Sócrates e de Cristo…

quarta-feira, 1 de março de 2023

Programa na Rádio Altitude

O Presidente da ACR Vila Mendo, Rodrigo Costa, e Júlio Pissarra estiveram na Rádio Altitude- no programa Chafariz da Alameda conduzido por Albino Bárbara- a falar sobre a Associação e Vila Mendo. Para ouvir AQUI em https://www.altitude.fm/ 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2023

sábado, 25 de fevereiro de 2023

Gentes de Cá

Manuel Joaquim; António Júlio; Manuel Corte; Guilherme Fernandes (Brasil)

domingo, 19 de fevereiro de 2023

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

Tabernas do Entrudo

 Vila Mendo com a Taberna do Chichorro: de 17 a 20 de Fevereiro na Guarda- Largo de S. Francisco.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2023

Silêncio(s)

O silêncio ecoa nas ruas. Será dele a total grandeza final?

 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023

o Mundo: Aqui

 





Vila Mendo

O olhar irrompe as paisagens deslumbrantes

escutando um tentear de profundidade

e uma música do pensamento ressoa na alma

                                                                       e é só nossa!


Às gentes de rosto trabalhados

entra-lhes pela lucidez a solidão do tempo

e as mãos rugadas agarram… a Vida

                                                                      e a morte.

o Mundo: Aqui


Calam as palavras- simples alfaias do silêncio.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023

Guarda- Cultura: fim ou princípio?

(Publicado no jornal A Guarda- edição do dia 19 de Janeiro)

Estamos num tempo de um mediatismo assoberbado em que o imediatismo orienta o compasso da actuação política… Tudo é para ontem; o hoje já é passado e o amanhã quase (embora na realidade, no ontem nada ou pouco se tenha feito; o hoje já é quase amanhã e o amanhã ainda não é hoje!), gerando-se assim percepções de grande dinamismo que de transformação real pouco têm, imperando a lógica de que “o meu lado faz quase tudo bem, o teu lado quase tudo mal”!
É nesta lógica-ilógica que também vive a Guarda (politicamente): o Eu contra o Outro; os Outros contra Nós. O caso recente da Cultura torna-se revelador disso mesmo: “antes é que era boa e a partir de agora vai ser má”- dizem uns tantos; “agora é que vai ser boa, antes era má”- referem outros. Para uns o fim, para outros o princípio. Estas simplificações tendem a ser estreitas conceptualmente e é nisto que as tribos partidárias garantem a “legitimidade a existir”: o confronto numa perspectiva de conflito…
Tenta-se uma análise (muito sintética, mas esperando-se de alguma profundidade) à contenda.
A cultura na Guarda, ao longo dos últimos anos, tem sido referência e é justo que se reconheça e se diga (o que não quer dizer que não tenha reparos, porque os tem). Este escrutínio já pode começar a ser feito; não devemos (talvez) fazê-lo ao que ainda não foi implementado. Objectivamente, temos de aguardar pelo novo (se é que vai ser novo) posicionamento cultural da Guarda para se retirarem conclusões balizadas. Tudo isto a propósito do cancelamento do apoio da DGArtes.
Importa aqui lançar um conjunto de questões que nos podem ajudar a enquadrar a questão geral (fora de quezílias partidárias, ou até ideológicas):
1- A cultura na Guarda, ao longo do tempo, tem acontecido com o apoio da DGArtes?
2- Que encargos (cumpríveis) esse apoio exigia em si mesmo?
3- Que grau de dependência/independência acarretava no âmbito da programação (TMG)?
4- Porquê de tanto tempo para se assumir uma posição quanto à candidatura?
5- A cultura na Guarda resume-se ao TMG?
Tentando responder (escrutinar) estas perguntas poderemos ficar esclarecidos e sossegados (talvez).
Interessa, ainda assim, afirmar dois pontos: Analiticamente, era possível assumir-se a candidatura à DGArtes? Era; e seria um caminho- válido. É possível não a ter concretizado? É; e é (será) outro caminho- válido.
As opções políticas assumem-se, bem como as suas consequências (cientes de que se poderão perder oportunidades e possibilidades…).
Importa, sim, ter uma estratégia global na área que envolva uma dinâmica sinergética e condutora entre os vários espaços culturais (com as escolas, IPG, instituições sociais, associativas, empresariais…) a que até os diversos eventos (demasiados) obedeçam.
Importa, sim, (e afunilando a perspectiva) que o TMG não se torne um salão de festas onde tudo e todos possam acorrer sem critério(s).
Este deve ser um espaço referenciador onde várias linguagens artísticas (diferenciadoras) tenham lugar (com os bons de cá, com os bons de fora); onde acrescentem valor intrínseco às nossas vivências, à nossa Vida, ajudando-nos a interiorizar, a lidar, a projectar a realidade para que de modo profundamente transformativo possamos ajudar a aproximar- nos de uma sociedade mais democrática e plural, mais justa e fraterna, mais de acordo com aquilo que é o bem-comum e na ânsia de alcançarmos a inalcançabilidade da felicidade. É isto que se espera da cultura e da arte como tal: que nos ajude criticamente a reflexionar o nosso mundo e o nosso próprio mundo-interior. No fundo, que nos ajude a pensar-o-pensar.
É por tudo isto que nem tudo cabe no TMG e nem se deve dar (falando neste domínio) às pessoas aquilo que elas querem. Como entidades públicas de público serviço, cabe às Câmaras uma função pedagógica de possibilitar conceitos artísticos (muitos deles comercialmente inviáveis), experiências (logo ferramentas) que nos ajudem a Entender e a entender-Nos. O número de espectadores (consequentemente as receitas) não deve por si só delinear uma estratégia na cultura; por maioria de razão neste espaço. Existem outros espaços e eventos onde isso contará, e bem!
Substanciando: não será o fim, não será o princípio da Cultura na Guarda. Espera-se uma continuidade… melhorada e aprimorada, como se espera tal em todas as outras áreas da vida da Pólis.
Não se rasguem as vestes!.. Nem se vista um manto dourado!..

quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Festa do Chichorro

Grupo alentejano Rastolhice- Pedro Mestre (viola campaniça); Passeios de Burro; Performance Poética, Instalação Artística (Janela-para-o-Interior)...

quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

Brancura

Um apontamento de brancura acoberta a Guarda. Ao fundo, fios de luz aconchegam Vila Mendo...

segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Jornal A Guarda

A partir de hoje, terei um espaço de opinião quinzenal no jornal A Guarda- "o Mundo: Aqui"