Faleceu em França, na pretérita semana, a Sra. Mariana Bragança aos 89 anos. O funeral realizou-se hoje em Vila Mendo (Vila Fernando). Emigrada desde há muito, junta-se agora ao marido, António Bragança, na eternidade. Recordamos a afabilidade, a simpatia a simplicidade... uma boa mulher. Vila Mendo continua a ficar mais pobre. Aos filhos: Isabel, Adelaide, Alcina, Ilda, Arlete e Zé Manuel, aos muitos netos, aos demais familiares (e ao Michel e ao Chico) os nossos pêsames sentidos.
sábado, 28 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
Reditos
O que existe concretamente não é o corpo-objeto descrito pelos cientistas, mas o corpo vivido pelo sujeito- Simone de Beauvoir (em O Segundo Sexo)
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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
Sugestão de leitura
Uma abordagem filosófica (mas não só) à condição da mulher e de ser mulher (do feminino), num tempo (que será ainda o nosso tempo) dominado pelo homem (o masculino como tal).
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
Reditos
Quanto maior o conhecimento, maior o sofrimento- Eclesiastes 1:18 (paráfrase)
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026
Coisas da Vida
Faleceu o Sr. Manuel Ribeiro (mais conhecido por Manuel Tróia) aos 92 anos. Natural da Póvoa de S. Domingos, veio para Vila Mendo há volta de 40 anos. Nos últimos tempos já não estava por cá, e por isso quase ninguém soube do seu falecimento. O funeral foi no pretérito Sábado nas Panoias de Cima.
Homem alegre e simpático, era pródigo em histórias e estórias!.. Uma frase, que referia várias vezes, define-o: "Agora já não posso, mas a ideia, a ideia ninguém ma tira"!
Aos familiares os nossos sentidos pêsames.
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
domingo, 8 de fevereiro de 2026
o Mundo. tribulado: e Portugal e a Guarda e Nós
(Publicado originariamente na edição do Jornal A Guarda do dia 29 de Janeiro)
Estamos num tempo atribulado. Não que as tribulações sejam mais do que antes (certamente não serão menos) talvez, e quando muito, um tanto ou quanto diferentes na aparência, já que quanto à sua natureza derivam da condição humana: agora e sempre (por todo o sempre?). O mundo gira e com ele giramos nós- indivíduos e humanidade na sua tremenda fragilidade. Uma fragilidade que nos humaniza por um lado- com os nossos defeitos e virtudes constitutivos- e nos desumaniza uma e outra vez com as atrocidades e maldades de todos os tempos e a todo o tempo. Queremos, achamos ser melhores que os outros; as comunidades, as sociedades, as nações, culturas e civilizações, todas, à sua maneira e sobremaneira, se acham superiores às outras numa lógica de competição-conflito permanente e pungente.
Se atentarmos na actual situação geopolítica mundial, verificamos essa tendência para a hegemonia de um ou mais blocos à boa maneira dos séculos XIX e XX. Uma corrida imperial-colonial pela supremacia económica, militar, social, cultural… total sobre os outros blocos e países, na tal lógica atrás. Sabemos o que aconteceu nesses tempos. Podemos presumir o que advirá (se bem que, em muitas partes do mundo, já adveio): conflitos contínuos, brutalidades várias. O mal como acção e substância.
Particularizando ainda mais, também em Portugal esse clima de conflitualidade está sempre latente e bem patente. Veja-se umas simples (complexas) eleições presidenciais em que o caldo de cultura ficou apurado na primeira volta; e agora teremos de o degustar na segunda. O confronto ardiloso sempre actuante na ânsia do poder dilacerante. Na arena-política (?) parece que tem de sobressair o “político animal”!
Na Guarda o mesmo (ou semelhante); os políticos, os pretensos políticos, os apolíticos e até os impolíticos (e os comentadores?!.) entram todos (ou quase) um pouco na lógica (pré)estabelecida… O que vale (vale?) é que bastantes guardenses passam ao lado disso (e de muitos “issos”!..).
Individualmente, passamos o tempo em tribulações. Muitas vezes com o mundo; tantas vezes com os próximos; sempre connosco próprios. E às vezes nem nos damos conta dessa conflitualidade intrínseca e imanente com que nos apresentamos a nós mesmos à humanidade. Talvez porque não nos reflictamos com a profundidade necessária; que nos permita ver, quiçá, as profusas contradições e imperfeições (nem sempre as contradições são imperfeições, mas as imperfeições são sempre contradições) que nos caracterizam (e incaracterizam) a cada passo, e que nos exasperam e desesperam, e nunca esperam o outro… porque não queremos, ou não sabemos esperar(-nos): o que nos permitiria perscrutar no Outro um Eu; e no Eu um Outro… aliviando assim (nunca cessando) os conflitos interiores; aliviando (nunca cessando, porventura) os conflitos exteriores… Se calhar, por tudo isso (ou por nada disso!) amiúde, parecemos escombros andantes do nosso interior.
Somos assim, e não sabemos se poderíamos ser de outra maneira; mas certamente (ou eventualmente) desta maneira, podemos. ser. melhores. um pouco.
Entretanto, o Mundo. tribulado pula e avança… para a FESTA do CHICHORRO em VILA MENDO.
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
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