segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Entrevista a Carlos Canhoto- Candidato pela CDU

Carlos Canhoto- Candidato pela CDU à Câmara da Guarda

Que motivos o levaram a candidatar-se à Câmara da Guarda?
A CDU tem uma forte ligação às populações e aos seus anseios e uma forte tradição no trabalho autárquico (quer na oposição, quer no poder executivo), procurando estar presente em todo o território nacional. O concelho da Guarda tem necessidade de uma outra política e precisa da CDU. Foi, por isso, com toda a naturalidade que aceitei o desafio que me foi proposto pelo meu partido, o PCP.

Que expectativas tem a nível dos resultados eleitorais?
Um reforço expressivo da votação na CDU que nos permita ter mais força para defender os interesses da população, nomeadamente pelo aumento do número de mandatos nos vários órgãos autárquicos. Estamos, naturalmente, em condições de assumir qualquer cargo para o qual a população nos mandate, e cremos que há condições para aumentar o número de eleitos na Assembleia Municipal e eleger um vereador.

Que projectos âncora tem para a Guarda?
Antes de mais, assumir que o concelho da Guarda não é só a cidade. Se todo o concelho tem sofrido com o abandono e a desertificação, as freguesias rurais têm sofrido o esquecimento por parte do poder autárquico. Defendemos, por isso, uma rede de transportes públicos que sirva condignamente todo o concelho, o apoio à instalação de micro, pequenas e médias empresas com especial enfoque nas que se instalem nas freguesias rurais e nas que tenham uma ligação aos produtos endógenos, apoios aos produtores agrícolas locais, reduções de IMI para a instalação nos centros históricos da cidade e das aldeias (visando a sua recuperação), a extensão da programação cultural às freguesias rurais e a dotação de equipamentos (nomeadamente parques infantis). Lutaremos também pelas escolas de proximidade e por serviços públicos de proximidade, nomeadamente na área da saúde. E porque entendemos que os órgãos autárquicos devem estar tão próximos das pessoas quanto possível, lutaremos pela reversão da extinção de freguesias. Mas promoveremos uma política que vise muito claramente uma melhor qualidade de vida no concelho. Em termos de urbanismo e ambiente, com a criação de corredores verdes para a circulação pedestre na cidade, com a criação de uma rede de ciclovias no concelho, com a reestruturação do Canil Municipal, com a criação de novos espaços verdes e arborizados, com a despoluição do Rio Noéme e outras linhas de água, com a defesa e promoção das hortas urbanas, com a defesa e promoção da floresta e do património natural do concelho. Na área da cultura, património e turismo, o reforço do orçamento municipal para a cultura, a criação de uma escola de artes no antigo Hotel de Turismo, a criação de um centro de arte contemporânea, a recuperação e promoção do património histórico e a criação do Bilhete Único de Turista. Na área da educação, a elaboração de uma rede pública de creches e ATL, a melhoria de espaços educativos sob a responsabilidade do município e a criação de novos parques infantis e requalificação dos existentes (onde necessário). Na área da economia e produção local, o apoio ao comércio local, o apoio aos produtores locais, a ligação ao IPG e a valorização turística do património natural e histórico do concelho. E temos também propostas na área do abastecimento de água e saneamento (melhores serviços, menos custos para o utente) e na área da saúde (exigência de mais e melhores recursos materiais e humanos, além dos serviços de proximidade, que já referi). A CDU defende também uma intervenção combativa junto do poder central para reclamar o fim das portagens, a reabertura da Linha da Beira Baixa, melhores serviços na Linha da Beira Alta e a ligação ferroviária ao Polo Industrial (ex-PLIE), bem como uma maior exigência junto do poder central para que cumpra aquilo que são as suas competências e para que haja uma maior transferência de verbas para as autarquias.

Na sua óptica, quais os principais problemas, os principais desafios que a Guarda enfrenta actualmente e no futuro?
Naturalmente, ultrapassar o grave problema da desertificação, no qual as políticas autárquicas têm tido alguma responsabilidade, mas cujos responsáveis são, sobretudo, os governos que ao longo dos anos praticaram uma política de direita, destruindo e concentrando serviços, aumentando o custo de vida e destruindo o aparelho produtivo. Há que exigir dos governos uma outra política. Mas fazer com que as pessoas se sintam felizes no concelho da Guarda é o outro grande desafio. E isso passa por uma política que promova uma maior qualidade de vida, com mais e melhores serviços públicos e um cuidado planeamento urbanístico e ambiental.

Como vê a cultura na Guarda?
Não se pode dizer que haja uma verdadeira política cultural. Apesar de termos um equipamento tão importante como o TMG, a programação cultural da cidade é muito mais uma política de entretenimento, que cataloga públicos de acordo com o que está pré-estabelecido pela indústria do entretenimento, do que uma política que vise a fruição e criação de produtos artísticos e culturais, que crie uma relação da população com a arte e a cultura que que respeite a inteligência das pessoas. 

Rio Noéme. O que pensa fazer concretamente para resolver o problema da sua poluição?
Um dos principais pontos do nosso programa é a despoluição do Rio Noéme e de outros rios e linhas de água do concelho, bem como a devolução do rio Noéme e de outras linhas de água à população, valorizando as suas margens e meio envolvente, e promovendo projectos de lazer e de aproveitamento económico sustentável do ponto de vista ambiental. Para tal, há que, em primeiro lugar, identificar os focos de poluição e, em conjunto com as entidades competentes a nível do poder central, punir os responsáveis e impedir que a poluição continue. Tem havido um muro de silêncio, um certo medo de apurar responsabilidades por parte do poder autárquico.

Vila Mendo, que lhe diz?
A Vila Mendo é uma das localidades que eu descobri ao longo de muitos passeios de fim-de-semana pelo concelho e pela região da Guarda. Muitas localidades da região planáltica entre a Guarda e o Sabugal respiram um certo ar de nostalgia relativamente a um passado em que tinham mais habitantes, mais juventude e mais dinamismo económico. Muitas vezes com uma identidade muito própria que lhes é dada pela história e à qual os habitantes gostam de se sentir ligados. Vila Mendo não é excepção. Infelizmente, muitos anos de políticas erradas deixaram definhar povoações que tinham todas as condições para uma boa qualidade de vida. Mas há esperança. Em primeiro lugar porque as pessoas resistem e fazem tudo o que podem para dar vida às suas terras. Em segundo lugar porque uma outra política é possível. Por isso é importante reforçar a CDU, que é, de facto, uma força necessária.

domingo, 24 de setembro de 2017

Momentos

Catarina, Clotilde, Andrea, Sara, Santiago

sábado, 23 de setembro de 2017

Comício PS- Vila Fernando

Realiza-se hoje o comício do PS em Vila Fernando. É às 21h no Salão Paroquial.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Momentos

Quando as máquinas fraquejam... recorre-se à força braçal... como no antanho.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Formação

Nos próximos dias 4/11/18 e 25 de Novembro, vai decorrer na Associação uma formação subordinada ao tema: "Normas de qualidade, protecção do ambiente, segurança, higiene e saúde no trabalho agrícola". É uma parceria com a empresa de formação Comunilog, sendo formador Carlos Varandas Nunes. A formação terá a duração de 25h e é financiada. Os documentos necessários são: Cartão de Cidadão, Certificado de Habilitações e comprovativo de emprego (recibo de vencimento ou declaração da entidade ou declaração de início de actividade).

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Entrevista a Jorge Mendes- Candidato pelo Bloco de Esquerda

Jorge Mendes- Candidato pelo Bloco de Esquerda à Câmara da Guarda

Que motivos o levaram a candidatar-se à Câmara da Guarda?
Candidatei-me à Câmara da Guarda porque acredito que Bloco de Esquerda pode ser uma força decisiva para a abertura de um novo ciclo autárquico neste concelho. O critério do êxito de uma governação autárquica não pode ser o da quantidade de betão que contrata; não pode ser o da quantidade de festas e eventos que realiza, mas a satisfação dos direitos das pessoas, dos indicadores de igualdade e de coesão social, da sustentabilidade ambiental, da participação cidadã nas decisões e na vida da comunidade.
A política só faz sentido se for feita para as pessoas e com as pessoas, sendo necessária uma nova sensibilidade para garantir condições de estabilidade, o que pressupõe relações de diálogo permanente e sereno.

Que expectativas tem a nível dos resultados eleitorais?

Acreditamos que será possível eleger um vereador para a Câmara Municipal da Guarda. Também pensamos que o Bloco de Esquerda irá eleger mais deputados municipais e que irá eleger, pela primeira vez, um elemento para a Assembleia de freguesia da Guarda.

Que projectos âncora tem para a Guarda?

 No nosso Programa Eleitoral temos propostas em oito eixos prioritários: Transparência, participação e democracia; Educação; Turismo, Lazer e Património; Políticas Sociais; Cultura; Reabilitação urbana; Ambiente e sustentabilidade; Emprego e economia.
Das propostas que constam no nosso Programa eleitoral destacamos os seguintes projetos âncora:
a) O Bloco de Esquerda compromete-se a criar a figura do Provedor do Munícipe, que constituirá um passo significativo na aproximação e no incentivo à participação ativa dos cidadãos na vida pública, onde se inclui o direito à reclamação por um serviço de qualidade.
b) Requalificação do Parque escolar com a criação de um novo Centro Escolar que sirva a zona da Póvoa do Mileu, Bairro do Pinheiro e Bairro da Luz, um centro com qualidade com cantina (única), biblioteca e outros equipamentos de apoio. As atuais escolas básicas não têm já as condições necessárias para ser desenvolvido um ensino de qualidade.
c) Criar o Museu da Emigração
d) Colaborar com os privados interessados na criação de um MUSEU VIVO que mostre a vida no concelho da Guarda desde o século XIX.O museu, para além de construções alusivas poderia apostar na reprodução fidedigna de algumas atividades da região.
e) Criar um Observatório Social do Concelho e implementar o Programa “Guarda Feliz”, programa de combate à exclusão social com particular atenção às seguintes temáticas:
Pobreza e exclusão social; Imigrantes e inclusão social; População idosa, nomeadamente a que reside nas zonas rurais; Alcoolismo; Toxicodependências; Problemas ligados às deficiências; Violência doméstica.
f) Recuperar as instalações onde atualmente está a GNR, adaptando-as para um equipamento público que sirva para a realização de eventos um verdadeiro espaço multiusos com uma grande polivalência.
g) Implementar o Programa “Guarda Verde” que terá como objetivo a melhoria do desempenho ecológico no Concelho da Guarda. Neste Programa, devem constar projetos específicos de corredores ecológicos que estabeleçam a continuidade do Sistema Natural através do tecido edificado da cidade. Será um Plano “verde” que incluirá espaços de recreio e de produção bem como áreas de proteção e valorização da Natureza.
h) Estudar, conceber e implementar em conjunto com o Instituto Politécnico da Guarda e com outras entidades, nomeadamente ligadas à Saúde e ao Ambiente, o Projeto Guarda Cidade Bioclimática.

Na sua óptica, quais os principais problemas, os principais desafios que a Guarda enfrenta actualmente e no futuro?

O grande problema que a Guarda enfrenta atualmente é, infelizmente, um problema transversal a todo o interior do país: o despovoamento. Não é possível reverter esta situação, apenas com políticas de âmbito municipal. A questão de fundo prende-se com a quase ausência de Políticas de População que tenham uma visão integrada das três grandes variáveis em “jogo”: fecundidade, envelhecimento da população e migrações. A questão da atração de imigrantes é determinante para o futuro do aumento da população portuguesa e, para nós, é algo em que se tem que apostar para a região onde nos inserimos. Penso, ainda, que é preciso ter projetos diferenciadores como, por exemplo, apostar a sério num projeto como o que propomos da “Guarda cidade Bioclimática”, aproveitando as excelentes condições da nossa cidade. 

Como vê a cultura na Guarda?

A criação e a fruição cultural são parte marcante da cidade e do concelho. A candidatura do Bloco de Esquerda não se limita a estimar as atividades culturais, tanto as amadoras como as profissionais, tanto os seus agentes como os que têm o direito de fruir a cultura. Encara-as e apoia-as como parte de uma cidade com pessoas capazes, com um espaço público rico e fonte de soluções para a renovação urbana, para a qualificação das pessoas e para o emprego.
A candidatura do Bloco de Esquerda compromete-se a chamar os atores culturais a uma participação ativa com a qual se defina um projeto cultural integrado para o concelho. Pensamos que é urgente mudar a estratégia que tem sido usada na Política Cultural do nosso concelho – grandes eventos- em detrimento do apoio sustentado e formação dos atores culturais locais.

Rio Noéme. O que pensa fazer concretamente para resolver o problema da sua poluição?

O Bloco de Esquerda compromete-se a obrigar a Câmara Municipal da Guarda a identificar e fazer o mapeamento dos vários focos de poluição existentes no rio Noéme de forma a poder apresentar um plano devidamente estruturado que resolva de uma vez por todas este problema ambiental, devolvendo o rio às populações. É preciso fazer cumprir os valores máximos de descarga admitidos, agir de uma forma muito dura para com a(s) empresa(s) poluidora(s).

Vila Mendo que lhe diz?

A primeira vez que fui a Vila Mendo foi num dos meus passeios de bicicleta. Aliás, posso dizer que já passei por todas as freguesias do concelho da Guarda de bicicleta! Voltei a Vila Mendo em 2015 aquando do debate entre os candidatos à Assembleia da República. Apesar de ser uma pequena aldeia, tem pessoas muito interessadas e interessantes (as pessoas contam!) como se pode constatar no blog que publicam e na sua forma de participação cívica, nomeadamente através da Associação Cultural Recreativa de Vila Mendo.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Entrevista a Eduardo Brito- Candidato pelo PS

Eduardo Brito- Candidato pelo PS à Câmara da Guarda

Que motivos o levaram a candidatar-se à Câmara da Guarda?
Sempre entendi a política como serviço público. Afastado da vida política ativa desde 2009, o sentido de dever falou mais alto na altura de aceitar o desafio de ser candidato à Presidência da Câmara Municipal na atual conjuntura negativa que a capital de distrito vive. A Guarda definha a olhos vistos, perdendo população a um ritmo alucinante e vendo o seu tecido empresarial a enfraquecer de dia para dia. Na minha experiência autárquica, enfrentei um cenário semelhante e foi bem-sucedido. Também serei bem-sucedido na Guarda! 
Com uma localização excelente, principal porta de entrada da Europa por via terrestre, servida por dois bons eixos rodoviários e, em breve, também por dois eixos ferroviários, a verdade é que as estatísticas oficias dizem que a Guarda continua a perder importância económica e social quando comparada com as cidades vizinhas da sua dimensão. 
Tem sido um erro grave pensar que a projeção e a liderança de uma cidade com as ambições da Guarda se concretizam apenas pela realização de festas/eventos. Estas atividades têm o seu lado positivo mas quando são em excesso servem apenas para esconder os verdadeiros problemas. 
Sejamos claros: sem novas empresas, sem investimento em tecnologia e conhecimento, sem apoio forte ao empreendedorismo que atraia e fixe novos investidores, sem serviços públicos com dimensão em qualidade e em quantidade, por mais que se embeleze a cidade continuaremos a ver partir os nossos jovens e o futuro da Guarda estará seriamente comprometido. 

Que expectativas tem a nível dos resultados eleitorais?
O nosso objetivo é vencer as eleições de 1 de outubro, mas sabemos que essa decisão pertence aos Guardenses. 

Que projectos âncora tem para a Guarda?
No domínio do emprego, uma incubadora para apoiar novas iniciativas empresariais. 
Um fundo municipal de um milhão de euros para apoio à criação de novas empresas.
Construção no centro da cidade de um equipamento cientifico ligado ao estudo e alterações climáticas.
Uma parceria com o politécnico para captar novos alunos a nível nacional e internacional que torne a escola uma referência.
Centro nacional de investigação de investigação e promoção da agricultura biológica.
Plataforma ferroviária.
Transformar a Guarda numa cidade inteligente que atraia investimento nas áreas das novas tecnologias.

Na sua óptica, quais os principais problemas, os principais desafios que a Guarda enfrenta actualmente e no futuro?
Apesar da Guarda ter vários problemas, o principal é a sua capacidade para atraiar novos investimentos, quer seja na industria, nos serviços e no turismo. Esta é a nossa primeira prioridade.
Mas também precisamos reduzir significativamente os impostos municipais, a começar pelo IMI e preço da água.


Como vê a cultura na Guarda?
A Guarda tem feito um percurso interessante no domínio da afirmação cultural que é preciso diversificar ainda mais. E principalmente fomentar a capacidade criativa das instituições culturais da Guarda.

Rio Noéme. O que pensa fazer concretamente para resolver o problema da sua poluição?
O Rio Noéme e o Rio Diz que são o espelho da capacidade do executivo municipal do PSD são assuntos aos quais daremos total prioridade e são para resolver definitivamente nos primeiros dois anos de mandato. Uma cidade como a Guarda não pode conviver com situações de poluição desta natureza.

Vila Mendo que lhe diz? 
Exemplo de associativismo cultural e recreativo no seio de uma estrutura humana em aglomerado rural, factos de união e desenvolvimento local através de várias iniciativas culturais e recreativas, contribuindo para a divulgação das tradições locais e perpetuando a sua memória. Exemplo a seguir.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Momentos

          As uvas da vindima a serem descarregadas.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Entrevista a Álvaro Amaro- Presidente da Câmara e candidato pelo PSD

Nota: Esta será a primeira das cinco espécies de entrevistas realizadas aos candidatos à Câmara da Guarda; assim eles respondam.
Esta é a primeira publicada porque foi o primeiro a responder.

Álvaro Amaro- actual presidente e candidato pelo PSD

Com que objectivos se recandidata a um segundo mandato?
Avançar no rumo que traçamos há 4 anos e cujos resultados são visíveis e sentidos por todos os Guardenses.
Agora é possível reforçarmos alguns programas de apoio ao investimento e criarmos novos de promoção do emprego.
Estão muito claros no nosso programa eleitoral e estou convicto dos bons resultados no futuro.

Como caracterizaria a equipa que o acompanha?
A equipe que me acompanha é composta de Homens e Mulheres com sólida preparação técnica e com conhecimento real dos problemas que temos pela frente.
Não olhámos a “cores políticas”, mas sim à capacidade técnica e humana.

Um pequeno balanço destes 4 anos?
Fazer o balanço destes 4 anos é o exercício que peço aos Guardenses desde a mais pequena das Freguesias até à Cidade. Peço a todos que façam uma reflexão séria sobre o que era o Concelho no seu todo há 4 anos e o que é hoje.
Se isso for feito, independentemente das questões politico – partidárias, todos concluirão que a Guarda hoje atrai mais gente, mais investimento, mais turismo e por isso se estimula a economia.
A Guarda respira confiança.

Quais os principais problemas e desafios que a Guarda enfrenta?
Todos juntos ajudarmos a convencer o Poder Central que tem de adotar políticas publicas muito ativas, muito fortes para que ajude à fixação de empresas, logo de pessoas no nosso Interior.
Este é um desafio nacional.
Nós continuaremos essa luta.

Rio Noéme. A sua despoluição vai ser efectiva?
Tem de ser efetiva a despoluição do Rio Noéme e do Rio Diz tal como a Construção dos Passadiços no Mondego.
É estruturante para uma cidade aproveitar melhor o seu meio ambiente e os recursos hídricos.
Temos os estudos em fase adiantada e por isso já não são apenas intenções e muito menos promessas.

Vila Mendo, que lhe diz?
Vila Mendo hoje em dia diz-me muito, além do mais pelo trabalho magnifico da vossa Associação.
Pode parecer elogio por simpatia mas não é.
O movimento que gera e o impulso que transmite, são incentivos fortes para todos nós e constituem um bom exemplo de como é possível ganhar o combate mais geral de mais vida no interior.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Entrevista a Álvaro Amaro- Presidente da Câmara

Amanhã, uma pequena entrevista a Álvaro Amaro, Presidente da Câmara da Guarda e candidato pelo PSD às próximas eleições.

Tempos

No fim de uma qualquer tarde,  de um Domingo qualquer... crianças e adultos jogam a uns quaisquer jogos, sob o olhar pachorrento e ternurento daqueles que,  recostados, libertam um sorriso nostálgico dum tempo que já não volta.

sábado, 9 de setembro de 2017

Gentes de Cá

              Graça Soares e Alcina Pissarra

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Gentes de Cá

    Sr. José Gomes e Sr. Manuel Patrício

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Arranca das batatas

É tempo de se arrancarem as batatas. Em sacas, carregam-se até à loja, despejam-se na tulha de onde serão retiradas, ao longo do ano, para as mais diversas refeições e ocasiões.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Coisas da Vida

Faleceu o Sr. António Vinhas natural de Vila Mendo, mas com bastante ligação ao Adão, onde aliás tinha casa. O funeral será dia 6, pelas 14h, na zona de Paris para onde foi emigrado na década de 60 e onde, entre outras coisas, foi taxista.
Aos filhos, Carlos e Filipe, e à esposa Rosa os nossos pêsames.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Associação- o Berço

    (Fotografia de Henrique Nascimento)
A Associação, antiga escola, personifica a alma, o espírito, o sentir das gentes de Vila Mendo. Aqui, diferentes e singulares gerações medraram, agigantaram-se; construíram e cumpriram sonhos...
Hoje, Aqui, sonhamos... também. Pensamos uma Vila Mendo... maior; uma Vila Mendo de sonhos por cumprir, mas a cumprir...
Precisamos para isso de todos aqueles que forjaram (Aqui), à custa de suor e lágrimas, a sua identidade; precisamos que regressem às origens... para juntos semearmos ventos de esperança que resultarão, em última instância, numa Vila Mendo Viva no porvir... Acreditemos... Confiemos.