sexta-feira, 22 de junho de 2018

Entrevista a Joaquim Pina Monteiro

Joaquim Neves Pina Monteiro, natural da Freguesia de Vila Fernando, 55 Anos, Sargento de Engenharia do Exército Português, residente em Vila Fernando, casado dois filhos. Presidente da direcção da associação Clube dos Amigos da Freguesia de Vila Fernando. 

Que motivo(s) o impeliram a criar o Clube dos Amigos da Freguesia de Vila Fernando (CAFVF)? 
Como a desertificação é um dos sinais bem presentes no interior do País, a Freguesia de Vila Fernando não foge à regra. O motivo principal é contribuir, com o renascer desta associação, para que a desertificação seja minimizada, incentivando as pessoas a participar, fomentando o bom relacionamento entre todos os habitantes e estabelecendo parcerias com outras Associações. 
No fundo fazer com que a união seja a força do querer das gentes da Freguesia de Vila Fernando. 


Deduzo, pelo nome que houve uma tentativa de inclusão para agregar as sete aldeias da freguesia, correcto? 

Foi preocupação dos elementos da Associação incluir e não excluir, envolvendo pessoas das várias anexas que, desde logo, manifestaram disponibilidade para abraçar este projeto. Posso afirmar, uma tentativa bem sucedida. 

Que passos já foram dados nesse sentido? 
Muitos passos foram dados e muitos mais estarão para ser dados, numa permanente ligação à terra e à união de todas as anexas. Todos somos poucos para levar a bom porto este projeto, já que nele cabem todos os contributos que todos possam dar. Houve a preocupação de incluir nos órgãos da Associação gente de todas as anexas da Freguesia de Vila Fernando. 

Qual será o foco da vossa actividade associativa? 
O foco essencial centrar-se-á na dinamização recreativa, cultural e social com a participação e envolvimento de todos os que querem ver a freguesia unida e viva onde a valorização das nossas tradições não será esquecida. Há um longo caminho a percorrer, estou certo, mas esse caminho faz-se caminhando e acredito que, com humildade, empenho, dedicação e união o caminho será percorrido por todos e não haverá grandes obstáculos que nos impeçam de o percorrer com sucesso. 


Que projectos já estão a ser implementados? 

A criação do grupo de cantares Sete Vozes é já uma referência desta associação, que terá a sua apresentação oficial em Agosto. A atividade física para todas as idades, que decorre no Salão Paroquial, é também uma das iniciativas desta associação, que já está a ser implementada oferecendo a possibilidade a todas as pessoas de praticarem exercício físico combatendo assim a imobilidade, tão prejudicial à saúde. 

Que projectos para o futuro? 
Temos alguns projetos na forja, que por necessitarem de consolidação, a seu tempo serão publicamente divulgados. 

Como tem sido a reacção das pessoas nas diferentes aldeias? Acha que a existência de uma certa “rivalidade” entre terras da freguesia pode comprometer a afirmação do Clube? 
A apresentação da associação, dia um de Junho, na presença de algumas individualidades, de fora e da terra, bem como, quase todos os presidentes ou responsáveis das instituições/ associações da freguesia de Vila Fernando, notámos uma reação muito positiva e gratificante por parte de todas as pessoas. A existir “ rivalidade” não foi notada, mas compete a todos nós erradicar essa rivalidade e mostrar que temos mais a ganhar unidos do que a puxar cada um para seu lado. O saber e a experiência de cada um em particular será uma mais valia para a freguesia se utilizada em prol do seu desenvolvimento e dinamização. 

Nos órgãos Sociais estão representadas todas as aldeias? Quem são os elementos da Direcção? Quantos são os sócios neste momento? 
Uma das preocupações, foi sem dúvida, incluir pessoas de todas as anexas para fazer parte deste grupo, sendo a Direção constituída pelos seguintes elementos: 
Presidente-Joaquim Neves Pina Monteiro 
Vice-presidente-Tiago Vasco 
Secretária Geral-Sónia Marta 
Tesoureiro-Eugénia Vaz 
Vogal- Tiago Robalo 
Foi decidido que a angariação de sócios, só se iniciaria depois da apresentação oficial da Associação, Cube dos Amigos da Freguesia de Vila Fernando, processo que se encontra já a decorrer. Sendo ainda pouco o tempo, para além dos elementos dos Órgãos Sociais, já contamos com um número considerável de associados. 

Quais são ou quais vão ser as formas de financiamento?
Todas as legalmente possíveis. Estamos abertos a todos os contributos e bateremos a todas as portas para que se abram e nos ajudem a por de pé este projecto e a elevar bem alto a freguesia de Vila Fernando. Contamos com todos. 

Consegue imaginar o CAFVF daqui a meia dúzia de anos? 
O futuro a Deus pertence, mas com o apoio de todos e todas, a remarem para o mesmo lado o CAFVF procurará ser o motor da dinamização da terra, chamando a si os que aqui vivem, os que nos visitam e os que, não vivendo, sentem a terra como sua. 


Que lhe diz Vila Mendo?

Vila Mendo é uma das anexas da freguesia que tem tido à frente da Associação gente dinâmica e amante da terra, que se tem unido na promoção de vários eventos dignificando e divulgando a terra e suas gentes. Contamos com o vosso apoio e experiência de vários anos de associativismo, para termos mais força e dinamizarmos a freguesia. 

Enquanto Presidente da ACR Vila Mendo, tenho um desafio para lhe lançar: que diz de as 3 associações da freguesia (as referidas mais a da Quinta de Cima) organizarem uma actividade (anual, por exemplo) em moldes a definir e a balizar? 
Como presidente do CAFVF, quero afirmar total abertura de todos os elementos dos Órgãos Sociais, para trabalharmos em conjunto e desenvolver essa e outras atividades ao longo do ano. Considero o desafio muito interessante, sendo já um valioso contributo para o sucesso do renascer do Clube de Amigos da Freguesia de Vila Fernando. Estarei disponível para reunir, dialogar e recolher todas as sugestões que enriqueçam a Associação e unam a freguesia. Só unidos teremos o sucesso desejado.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Momentos

Momentos... simples... despretensiosos, como despretensiosas as nossas gentes.

terça-feira, 19 de junho de 2018

Momentos... fraternos

 Almoço de sábado e lanche de sexta no jogo de Portugal


sexta-feira, 15 de junho de 2018

Entrevista a Tiago Gonçalves

Tiago Gonçalves. 34 anos, vivi em Vila Mendo dos 2 aos 28 com uma pausa para ir estudar na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e desde então a residir e trabalhar na Guarda. 
Sou casado e pai de uma filha com 2 anos de idade. Filho de Manuel Corte Gonçalves e Maria do Carmo Mendes Monteiro Gonçalves, residentes em Vila Mendo.
Profissionalmente sou advogado desde os 23 anos e sócio da "Gonçalves, Micaelo Pinheiro & Associados - Sociedade de Advogados, R.L." com escritórios nas cidades da Guarda e do Sabugal.
Sou sócio e dirigente da A.C.R. Vila Mendo desde a sua fundação e além disso desempenhei diversos cargos em estruturas associativas, académicas e políticas. Atualmente sou o Coordenador dos Deputados eleitos pelo PSD à Assembleia Municipal da Guarda e Presidente da Comissão Política de Secção do PSD Guarda.

1- Porquê a advocacia?

A advocacia é uma das profissões mais exigentes e desafiantes que existem. Advogar é também tomar partido, escolher uma causa para defender e combater. Na maior parte dos casos é verdade que em vez de escolhermos a causa somos escolhidos por ela mas nem por isso se torna menos aliciante. Lidamos todos os dias com problemas importantes para as pessoas. Cabe ao advogado ser a voz da razão e pugnar por que ela prevaleça sobre a paixão que o cliente coloca nos assuntos que lhe dizem diretamente respeito.

2- O regresso à Guarda sempre esteve nos teus horizontes?
Nem sempre. Houve momentos em que pensei em exercer a minha carreira noutros locais e em que ponderei isso mesmo. Tive oportunidades nesse sentido que decidi recusar em função daquilo que a determinado momento quis e que foi construir uma carreira na advocacia. Voltei para a Guarda por razão e por coração. Não me arrependo pois as coisas têm corrido bastante bem do ponto de vista profissional e, sobretudo, do ponto de vista pessoal. Sinto que a Guarda é uma boa cidade para viver.

3- Como vês o estado da justiça?
A Justiça é muitas vezes vista com maus olhos mas do meu ponto de vista tem tido melhorias significativas desde que exerço a profissão. Mas, obviamente, é diferente olhar a justiça de dentro ou vê-la de fora. Compreendo muitos comentários negativos em relação à justiça mas não posso reconhecer razão a todos.

4- Tens um gosto especial pela política. Qual foi o “combate” mais desafiador até hoje?
Tenho, de facto. O combate mais desafiador e em que mais me empenhei na vida foi uma eleição para a Direção Geral da Associação Académica de Coimbra no ano de 2004 que redundou numa grande vitória e permitiu à lista que integrava exercer o mandato no ano de 2005. Para um jovem na altura com 21 anos foi um momento de grande aprendizagem e que marcou definitivamente a minha vida. A minha recente eleição para a Comissão Política de Secção do PSD ou o exercício das funções de Diretor da Campanha do Dr. Álvaro Amaro para a Câmara Municipal da Guarda foram outros momentos desafiantes e enriquecedores. Ao nível político tenho-me empenhado fortemente na discussão sobre políticas de coesão territorial e tenho pessoalmente procurado colocar na agenda política a questão da representatividade política do território. Entendo que, à semelhança do que acontece noutros países o território deve ser um fator relevante na distribuição da representatividade política dos eleitos sob pena de o fenómeno de despovoamento e crescente concentração da população nos grandes centros urbanos levar à total irrelevância política da maior parte do território português.

5- Tens algum propósito a alcançar em termos políticos?
Chegar ao fim dos meus dias e ter a consciência tranquila de ter lutado e feito algo para melhorar a vida dos que vivem à minha volta e dos que fiquem para me suceder. Sinto a política como um apelo cívico de fazer mais pela comunidade em que estamos inseridos, de renunciar a ficar em casa e permitir que outros o façam por mim.

6- Que medidas têm de ser tomadas para evitar o definhar do Interior?
Na minha opinião a pedra de toque está em conferir mais representatividade política ao Interior. A representatividade política levará por natureza a um outro olhar nacional dos partidos sobre o território e a sua importância. No momento atual as que se afiguram mais urgentes têm que ver com a mobilidade (eliminação ou diminuição acentuada do valor das portagens), saúde (necessidade de investimento em serviços de saúde e mobilização de recursos humanos especializados) e medidas de discriminação positiva ao nível fiscal, nos custos com bens de primeira necessidade (água, energia). Depois faltam políticas integradas de ordenamento do território. Infelizmente temos muito território abandonado e que não cria valor. É absolutamente necessário fazer um cadastro predial sério para se tomarem medidas com impacto direto no que pode ser a rentabilidade do território, nomeadamente através da política florestal e da agricultura. Há muito por fazer.

7- Que te diz Vila Mendo, que te diz o futuro de Vila Mendo (e a Associação)?
Vila Mendo é a minha terra, o local onde me sinto bem e onde gosto de levar todos os meus amigos. Julgo ser um bom embaixador de Vila Mendo, onde estou fala-se em Vila Mendo e isso é para mim motivo de orgulho. Sinto que Vila Mendo vai continuar a perder população, à semelhança do que acontece com quase todas as zonas rurais à nossa volta. Hoje há mais e melhores condições para as pessoas se fixarem mas infelizmente não vejo seriamente que tal venha a acontecer. Espero que as pessoas continuem pelo menos a ter brio na sua aldeia e a tentar recuperar o património familiar mantendo vivas a tradição e a história que nos foram legando até chegarmos ao dia de hoje. À Associação cabe-lhe ser o motor de tudo isto; ser o pólo aglutinador das vontades e o pretexto para regressar mais vezes. A Associação é a nossa casa comum. Não há uma pessoa de Vila Mendo que não tenha uma casa pois tem pelo menos a Associação que é a casa de todos nós.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Escadas

Degrau a degrau, passo a passo, agrura em agrura, vamos ascendendo as escadas da vida na esperança que, no ocaso, tenhamos logrado o desígnio para que todos nascemos e aspiramos: a Felicidade.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

"Embaixada" de Vila Mendo nos Forcalhos

O amigo Veloso recebeu a "delegação" de Vila Mendo com elevado requinte. Bem-haja.


sexta-feira, 8 de junho de 2018

Ciclo de entrevistas

Na próxima sexta-feira, dia 15, Tiago Gonçalves (advogado) será o entrevistado. Depois será a vez de Telmo Conde (dentista), Margarida Nunes (veterinária), Joaquim Pina (militar), André Viana da Cruz (advogado e professor no Brasil) e Mayra Pereira Chagas (Jornalista e professora no Brasil).

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Religiosidade

Tocam os sinos... anunciando mais um momento de oração e de reflexão... fiéis aos costumes de antanho, as nossas gentes resistem à celeridade dos tempos modernos...

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Agricultura

A agricultura ainda é um dos sustentáculos onde assenta o dia a dia nas nossas terras. Se ela definha, definham as suas gentes.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Dia da Criança

 As crianças são cada vez menos nas aldeias. Importa que lhe transmitamos o amor pelas nossas terras e pelas suas gentes para que num futuro elas permaneçam ou retornem às raízes. 
Pais e mães de Vila Mendo, tendes feito isso?!.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Momentos

Nos pequenos ápices do dia a dia trocam-se impressões, apontam-se caminhos, traçam-se soluções... 

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Entrevista a Marisa Barbeira

Marisa da Silva Barbeira, 28 anos, Licenciada e Mestre pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Juíza estagiária no Tribunal de Setúbal. 
Sou apaixonada por livros e viagens. Adoro estar sozinha, talvez por isso tenha escolhido uma profissão que por muitos é vista como solitária. Os meus amigos e a minha irmã dizem que sou um pouco “ bicho do mato”, porque odeio falar ao telefone, raramente respondo a mensagens e também não sou adepta das redes sociais. 


1. Tiraste direito e agora estás a seguir magistratura. O que te levou a seguir Direito e mais especificamente a Magistratura? 

Não posso dizer que sou daquelas pessoas que desde sempre quis seguir Direito, razão pela qual no secundário optei pela área de ciências e tecnologias. No entanto, quando cerca de uma semana antes do final da data das candidaturas ao ensino superior, decidi seguir Direito (devo dizer, muito influenciada pelo meu pai), sempre soube que o meu objectivo passaria pela magistratura, em particular pela magistratura judicial. 
É uma profissão fascinante com tudo o que acarreta. É verdade que existe o peso da tomada de decisões que afectam de forma muitas vezes irreversível a vida das pessoas, sentenças que são proferidas de forma responsável e de acordo com aquela que é a verdade processual, que nem sempre corresponde à verdade real (o que muitas vezes não é compreendido pelos cidadãos), por outro lado, é inexplicável a sensação de - sempre de acordo com as determinações legais- fazer justiça no caso concreto. 


2. Num tempo de tantos desafios na justiça, o que consideras essencial para que as pessoas tenham uma percepção diferente (mais positiva) dela? 

Considero que o principal desafio dos Tribunais é hoje, como sempre foi, a realização da justiça no caso concreto. Ora, para quem julga existe uma consciência clara de que com as suas decisões haverá sempre alguém que ficará descontente. Também é notório que os meios de comunicação social manifestaram sempre uma particular apetência para noticiar os casos que correm menos bem, tentando de alguma forma descredibilizar o sistema judiciário. 
O que no meu ponto de vista deve tentar ser melhorado é a comunicação, isto é, devem ser os Tribunais a passar a mensagem em primeira mão para os cidadãos, não deixando isso para terceiros que a possam deturpar de acordo com critérios muitas vezes de duvidosa eticidade. 


3. Quando terminares a formação, imaginas o amanhã na Guarda? 

Ser juiz em Portugal implica que, pelo menos nos primeiros anos de exercício de funções, se percorra quase todo o país, pelo que nos próximos anos dificilmente conseguirei assentar numa cidade, nesse contexto a Guarda estará sempre no meu leque de opções. 


4. Como vês o (futuro) Interior e a Guarda por inerência? 

Antes de vir viver para Lisboa, achava e de certa forma continuo a achar que as diferenças são abissais. Não podemos comparar a dinâmicas destas duas cidades, mas também é verdade que se me perguntarem se gostava que a Guarda fosse igual a Lisboa, responderia que não. O interior, e a Guarda em particular, distinguem-se pelas suas particularidades, que não encontramos em nenhuma outra região do país. Na verdade, não gostaria de ir à Guarda e sentir que o ar que ali respiro é igual ao ar poluído que encontro todos os dias ao sair de casa, sentir os empurrões nos transportes públicos tamanha é afluência de pessoas- o que se tem acentuado com o acréscimo do turismo. 
No interior as pessoas são mais livres, de certa forma são “mais donas do seu tempo”. Mas também é verdade que as pessoas que vivem no interior não se sustentam com a qualidade do ar que respiram, é preciso mais. 
Também acredito que num futuro a médio-longo prazo as pessoas se começarão a afastar dos grandes centros urbanos- basta atentar ao que se passa com o mercado de arrendamento em Lisboa, onde os preços são impraticáveis. Talvez aí as pessoas percebam as potencialidades do interior e venhamos a ter um país menos assimétrico. 


5. Nascida e criada em Vila Mendo, que memórias reténs da infância?

Falar de Vila Mendo é falar de infância, adolescência e família. Foi aí que frequentei a escola primária e posteriormente o 5º e 6º ano na já extinta Telescola de Vila Fernando, vêm daí as minhas bases, foi aí que comecei a ganhar os valores que hoje me caracterizam. 
É aí que volto sempre e recordo os tempos em que era criança e descia a correr a rua que liga a casa dos meus avós à casa dos meus pais. E os meus pais nunca me deixam esquecer de onde vim, para ter sempre a certeza de que nunca me desviarei daquele que é o meu caminho. 


6. Como vês, que te diz Vila Mendo, hoje? 

Vila Mendo para mim hoje significa família, é aí que vivem os meus pais e os meus tios (Rosária e Manuel) são as pessoas que desde sempre (juntamente com os meus avós) fizeram e fazem parte da minha vida e que quando estou longe me fazem sentir uma dor no peito à medida que o tempo passa e os vejo envelhecer- principalmente os meus tios atendendo à idade que já têm, sem poder estar junto deles como desejaria.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Entrevistas

Amanhã, entrevista a uma Vilamendense: Marisa Barbeira, juíza estagiária no tribunal de Setúbal.

domingo, 20 de maio de 2018

Momentos XIV Encontro Motard


             Ao início da tarde de Sábado.




quarta-feira, 16 de maio de 2018

XIV Encontro Motard


Dias 18 e 19 de Maio vai realizar-se, em Vila Mendo, o XIV Encontro Motard. Sexta–feira actuarão os “Red mustang”. Sábado à tarde actuará a dupla ibérica “Robaz & the Frans. Nessa mesma tarde haverá Freestyle com Rui Santos da Guarda. À noite é a vez dos “Prós e Contras”” actuarem com espectáculo que muito promete. Pela noite dentro haverá striptease. A boa gastronomia regional também não irá faltar, bem como muita animação e bom ambiente. Este encontro insere-se numa linha de actuação que esta associação tem vindo a implementar e que pretende valorizar as gentes das nossas aldeias, os seus costumes e tradições, por forma a criar toda uma dinâmica que seja causa de enriquecimento para as comunidades do interior.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Momentos

                Zé "Albino", Mário Maria

sábado, 12 de maio de 2018

Melhoramentos

As obras para melhorar a cozinha 

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Mês de Maria

Domingo
A religiosidade nas nossas terras ainda se vai mantendo fiel à tradição, apesar das gentes serem cada vez menos e os exemplos (alguns) dos pastores da grei não serem os melhores...

terça-feira, 8 de maio de 2018

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Almoço

No passado sábado, mais um almoço "do porco".

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Momentos (insólitos)

No meio da estreita ruela, só, a cabra pasta como se de um prado verdejante se tratasse!.. Impávida, serena e alheia dos transeuntes...  

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Mês de Maria

"Enfeite", "Compor" da Capela
Começa o mês de Maio e começa-se a rezar o terço todos os dias.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Actividades do campo

Agora que vem o calor é tempo de semear/plantar os mais variados produtos hortícolas...

terça-feira, 24 de abril de 2018

Gentes de Cá

         Ana Francisca, Catarina, Telmo

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Almoço

Amanhã, sábado, realiza-se mais um almoço do "porco" que deriva da Festa do Chichorro.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Gentes de Cá

Afonso e Santiago
O futuro é já aí e é deles...

domingo, 15 de abril de 2018

Gentes de Cá- Tiago Gonçalves

     Júlio Pissarra e Tiago Gonçalves
O nosso conterrâneo e amigo, Tiago, foi eleito presidente da concelhia do PSD da Guarda. Independentemente das orientações políticas de cada qual, Vila Mendo regozija-se com tal.
O também conterrâneo e amigo, Júlio Pissarra, integra a sua equipa sendo secretário geral adjunto.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

terça-feira, 10 de abril de 2018

Prémio Guarda-rios 2018

O blogue "Crónicas do Noéme" (Márcio Fonseca- Rochoso) concorre ao Prémio Guarda-Rios 2018, promovido pela associação ambientalista Geota. 
Para votar é só ir AQUI até 19 de Abril. Vamos votar!

domingo, 8 de abril de 2018

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Momentos

O ano passado, no XIII Encontro Motard

terça-feira, 3 de abril de 2018

Momentos

Costa; Sra. Ana Maria; Júlio
No dia do Cozer do Pão.

quarta-feira, 28 de março de 2018

D. António dos Santos- anterior Bispo da Guarda

Faleceu o anterior Bispo da Guarda, D. António dos Santos; Bispo desta diocese entre 1980 e 2005. A sua vinda trouxe, entre outras coisas, uma nova dinâmica pastoral à nossa grei que ainda hoje se repercute.
Marcou afirmativamente aqueles que mais de perto privaram com ele, nomeadamente as várias gerações de sacerdotes que formou e ordenou.
Tive o privilégio de ser seu amigo, desde os tempos do Seminário do Fundão (baptizou o meu filho), pelo que julgo ser uma perda significativa para a Guarda e a diocese a sua partida. Não podendo estar presente na Guarda nas cerimónias, estarei unido,  em pensamento e oração, a tantos que, por certo, o acompanharão até à última morada.
As cerimónias fúnebres realizam-se hoje na Sé da Guarda pelas 15h, seguindo depois para Vagos (Aveiro) onde será sepultado.

domingo, 25 de março de 2018

Gentes de Cá

Paula Morais, Andrea Soares, Sara Soares

quinta-feira, 22 de março de 2018

A Forja

O que resta do sítio onde o Sr. Zé Monteiro, marido da Sra. Maria Ruas, tinha a forja onde forjava os mais diversos utensílios para as labutas agrícolas; num tempo em que as artes manuais eram preponderantes na dura peleja pela (sobre)vivência dos dias desapiedados, mas, talvez e por isso, quiçá... jucundos.