quarta-feira, 29 de abril de 2026

Gentes de Cá

A avó Maria dos Anjos e a neta Matilde

 

terça-feira, 28 de abril de 2026

segunda-feira, 27 de abril de 2026

quinta-feira, 23 de abril de 2026

terça-feira, 21 de abril de 2026

Gentes de Cá

José Cairrão; Quim Corte; Vergílio Nascimento

 

segunda-feira, 20 de abril de 2026

sexta-feira, 17 de abril de 2026

da Ignorância. do Conhecimento. da Felicidade- II

(Publicado originariamente na edição do Jornal A Guarda do dia 26 de Março)

(Continuação)
À pergunta: Qual a diferença entre o modo como eu e a sociedade achamos que nos devemos sentir e o modo como nos sentimos de facto? A resposta não é evidente; mas é estridente e objetivamente (?) pungente. Tantas vezes essa diferença é avassaladora, no limiar da refundação das marcas constitutivas que caracterizam o nosso ser: aquilo que os outros e eu mesmo esperamos de mim próprio pode ser diametralmente oposto àquilo que fazemos; e ainda que façamos o que se espera, demasiadas vezes o sentimento perante tal é profusamente desconforme. Deveria sentir-me de uma forma e não sinto isso. E sentimos outra coisa, outras coisas que são… coisas indefinidas, indefiníveis, vagas, distintas, contraditórias; mas próximas, mas presentes, mas concretas… na dor, no sofrimento que causam, na confusão que aportam e está ali; e está aqui; dentro; e quase a entrar em erupção e acção: num irrompimento de um eu, de um outro eu, de outros eus! Demasiados eus com que o eu tem de lidar e harmonizar, portanto.
Desejávamos sentir-nos assim e não nos sentimos desse modo: porquê? Não sei. Mas o problema residirá com mais impactância quando ao porquê respondemos: não quero saber! Ou melhor (que é pior) sei (ou acho que sei!) mas não quero, recuso terminantemente pensar sobre isso! Deste modo (e por esse modo), deixamos de ser uma simples (que é complexa) interrogação para mim próprio para me tornar um estranho perante mim mesmo. De facto, amiúde temos pensamentos, sentimentos, ações e omissões discordantes com aquilo que seria suposto e até imposto. E isso assoberba-nos pela sua quantidade, volatilidade e complexidade. E resistimos-lhe. E resistimos a que eles aflorem à análise crítica e reflexiva que se propunha e impunha. E escondemo-los de nós próprios. Mas tudo isso está lá. está cá. dentro. bem dentro. prestes a surgir e a ressurgir uma e outra vez com dor. Com a dor que nos leva ao auto-engano e que nos leva a fugir não de, mas para uma prisão. A prisão interior: onde se acumulam e carregam todos aqueles pensamentos inusitados e perniciosos e tristes que causam enorme pressão interna, que provocam pressão externa que, por sua vez, causam mais pressão interna num ciclo contínuo… de desapropriação, de sofrimento e padecimento. E como sair desta prisão interna criada, estruturada e construída meticulosamente( ainda que inconscientemente, muitas vezes) ao longo da existência?
(Continua)

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Reditos

Sobre esta pergunta que me fazem frequentemente, sobre a bondade ou maldade humana, como responder? Que há homens bons, outros que o não são, que cada um é uma mistura de bom e de mau?- Primo Levi

segunda-feira, 13 de abril de 2026

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Sugestão de leitura

Entrevista feita a Primo Levi sobre a sua experiência nos campos de concentração nazi durante a 2a Guerra Mundial, no Holocausto. Aborda a necessidade da importância das novas gerações se não esquecerem nem desvalorizarem os horrores perpetrados pelo ser humano. Não pretende generalizar a sua experiência, não pretende impôr aos outros uma visão ou uma interpretação sobre o que lhe aconteceu: tão somente transmitir muito claramente o vivido e o sentido; e apontar caminhos para um possível sentido (se tal for concebível)!
Faz-nos claramente reflectir, ou pelo menos questionar da bondade natural do Homem!
As monstruosidades desde o início da humanidade (alegoricamente a bíblia lembra-nos disso mesmo na história de Caim e Abel) até hoje são evidentes e sempre presentes.
Na mesma linha, vale a pena ler do mesmo autor: "Se isto é um homem", "A trégua", "Os que sucumbem e os que salvam". Um escritor maior.

 

quarta-feira, 8 de abril de 2026

segunda-feira, 6 de abril de 2026

domingo, 5 de abril de 2026

Reditos

Meus Deus, porque me abandonaste?- Jesus, na cruz- (remete-se para o artigo Aqui)

quarta-feira, 1 de abril de 2026