quarta-feira, 31 de maio de 2017

Seminário do Fundão

Eucaristia no dia do Encontro dos Antigos Alunos dos Seminários do Fundão e Guarda, no pretérito sábado.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Procissão e outros acontecimentos domingueiros

 A procissão que decorreu por voltas das 20h


 A preparação do andor

 Os caminhantes da Quinta de Gonçalo Martins que, a caminho do Barroquinho, passaram por Vila Mendo
 O almoço previsto para o Barroquinho fez-se na Associação por causa do tempo que desencorajou muitos a ir na caminhada.

A final da Taça

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Caminhada- Futebol e Procissão

Domingo faremos uma caminhada ao Barroquinho, a partir das 10h30/11h, onde almoçaremos. À tarde veremos a final da taça e pelas 19h haverá uma procissão de Nossa Senhora, de Vila Mendo a Vila Fernando.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Momentos XIII Encontro Motard

             (fotografias de Júlio Pissarra)
          Margarida; Catarina; Andreia; Inês
A juventude bonita de Vila Mendo a trabalhar, dando um outro encanto ao Encontro...

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Momentos

Depois do "intenso" trabalho de preparação do Encontro Motard, alguns descansam!..

segunda-feira, 15 de maio de 2017

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Gentes de Cá

Sra. Lurdes Pereira; Sra. Laurentina; Sra. Ana Maria
Num fim de tarde qualquer, trocam-se dois ou três dedos de conversa enquanto os tanques, ainda, lavam a roupa.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Mês de Maria

A religiosidade ainda se manifesta através desta prática antiga do rezar do terço. Todos os dias no mês de Maio tal acontece.. com mais ou menos gente... com mais ou menos delongas...  

segunda-feira, 8 de maio de 2017

sábado, 6 de maio de 2017

Momentos

Reunião de preparação do Encontro Motard

sábado, 29 de abril de 2017

Momentos

              Pereira, Vitinho, Joaquim, David

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Gentes de Cá

Sra. Maria Luciana e Sr. Joaquim Corte
Qualquer dia publicaremos a experiência de emigração deles os dois, na década de 60.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

sexta-feira, 21 de abril de 2017

terça-feira, 18 de abril de 2017

Vidas

O Sr. Raúl Domingos e a Sra. Olívia Martins fazem hoje 64 anos de casados; toda uma vida. Ele tem 89 anos e ela é um pouco mais nova,  contudo ainda têm um talho na praça.
Quando casaram foram  viver para a Quinta de Cima onde a Sra. Olivia cresceu, apesar de nascer na Quinta de Meio. Pese embora ter saído há tanto tempo de Vila Mendo, o Sr. Raúl continua a ser um Vilamendense orgulhoso.
Parabéns.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

sexta-feira, 14 de abril de 2017

3º Caderno de Memórias

O 3º Caderno de Memórias está a começar a ser delineado e vai ter  também a colaboração de um distinto e conhecido Militar no activo e de um distinto e conhecido Militar reformado (herói de muitas guerras e interveniente fulcral no 25 de Novembro entre muitas outras coisas e cargos)... A seu tempo será dada a conhecer a temática do Caderno bem como do nome dos ilustres colaboradores.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Gentes de Cá

Sara; Sra. Rosária; Sra. Teresinha; Sra. Lurdes

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Momentos

Zé Albino; Santiago; Jorge 
Os mais novos ainda estão sedentos de aprender, de conhecer, de descobrir... ainda que seja um simples truque... as coisas ainda têm uma magia e uma inocência que muitos adultos, calejados pelas agruras da vida, infelizmente já não conseguem vislumbrar...

terça-feira, 4 de abril de 2017

Vendedores ambulantes

(Havemos um dia falar sobre este vendedor ambulante que, de terras africanas e muçulmanas, regularmente vem a Vila Mendo, e a outras terras vizinhas, vender uma panóplia imensa de coisas distintas, numa velha e pequena carrinha de matrícula espanhola...)

segunda-feira, 3 de abril de 2017

sexta-feira, 31 de março de 2017

Calcetamento das ruas e saneamento

O largo da Amoreira ( Chafariz) já está calcetado.
E o saneamento vai mesmo avançar. O resto das obras começarão em breve bem como a respectiva ligação até à estação de tratamento de Vila Fernando. Óptimas notícias, portanto.

Entrevistas e sugestões

Vamos agora fazer uma pausa nas entrevistas e sugestões de leitura. Lá para Maio/Junho voltamos "à carga".

terça-feira, 28 de março de 2017

Sugestão de leitura

Carlos Fernando Varandas Nunes, para muitos é o Carlos Varandas e para a família é o Carlos Fernando. Nasceu em Moçambique em 1968, veio para Portugal em Novembro de 1974, indo viver 1 ano na aldeia dos seus Pais, o Adão. Como ele diz “ Nasci em Moçambique  mas sou do Adão",  adoptando Vila Mendo como a sua segunda aldeia.
É Profissional da Educação ( Não Docente) Formador, Técnico Superior de Higiene e Segurança, Dirigente Sindical, sendo neste momento Vice-Presidente do Sindicato Técnicos Superiores Assistentes e Auxiliares de Educação Zona Centro (desde o VI Congresso a 24 de Novembro de 2015), coordenador da formação do Sindicato. 
Mestrado em Gestão Administração Pública, pelo Instituto Politécnico da Guarda, Outubro 2013.
Pós- Graduação em Administração Pública, pela Escola Superior e Tecnologia e Gestão- IPG, Guarda 2011/2012. Pós - Graduação em Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho, na Universidade da Beira Interior- de 2 anos Letivos com defesa de Trabalho 2001/2002 e 2002/2003- conferindo-lhe o CAP de Técnico Superior de Higiene e Segurança no Trabalho. Licenciatura em Ciências Administrativas, pela Universidade Fernando Pessoa – Porto,1999
Membro dos movimentos pela vida, tendo sido agraciado com a Medalha de Mérito da Real Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa por Dom Duarte, Duque de Bragança, em 2007.

Os Predadores- Vítor Matos

Tudo o que os políticos dos grandes partidos fazem para conquistar o poder é o que o jornalista Vítor Matos se dispôs a estudar e a colocar em livro. O autor de "Os Predadores" revela a podridão que há no PSD e PS e explica como funcionam os caciques e as redes de influência nos referidos partidos. Faz uma investigação jornalística independente, o autor da biografia de Marcelo Rebelo de Sousa... Nascido em Grândola um ano antes da revolução de 74, passou 10 meses a investigar os podres nas eleições internas dos dois partidos que têm alternado na governação do país - PS e PSD - mas há mais de uma década que vem denunciando casos que fazem perigar a democracia em Portugal. O retrato traçado em "Os Predadores", que explica "tudo o que os políticos fazem para conquistar o poder", é desanimador para quem acredita na política: há histórias de eleições falseadas, troca de votos por cargos e favores, de políticos que se perpetuam no poder com muitas manhas. Neste jogo, não há inocentes, só culpados que "estão a matar a democracia em Portugal". Leia, se tiver estômago.
Chapeladas, manipulações e outras vigarices que os políticos fazem param conquistar o poder. Na luta pela sobrevivência, são os predadores mais aptos ou os camaleões mais dissimulados que têm vantagem sobre os ingénuos e os bem-intencionados. Como Relvas fabricou Passos Coelho através de uma rede de influências e recompensas. A clientela partidária de António Costa na câmara de Lisboa.
Uma investigação jornalística sobre os vícios do poder em Portugal. Os casos relatados foram escolhidos por serem exemplares, no mau sentido, e demonstram que os partidos têm de começar a mudar por dentro, para que a democracia não seja posta em causa.

segunda-feira, 27 de março de 2017

sexta-feira, 24 de março de 2017

Entrevista a Alexandre Calçada

Alexandre Manuel Matias Calçada, nasceu a 6 de Fevereiro do ano de 1995, no Hospital de Sousa Martins, na Guarda. Filho de Manuel Gomes Calçada e Isabel Vaz Matias Calçada e, há quase doze anos, irmão de Catarina Matias Calçada. Reside no Penedo da Sé, freguesia do Marmeleiro.
Cresceu na melhor aldeia das redondezas, na casa da avó Alice e da avó Gracinda e a jogar à bola na Casa da Sagrada Família. Fez o Ensino Básico nas escolas Augusto Gil e de Santa Clara, tendo terminado o 12º ano na Escola Secundária de Afonso de Albuquerque. Atualmente estuda na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. 
Adepto do desporto e fã da cidade mais alta, não dispensa um fim-de-semana na Guarda com a companhia dos familiares e amigos.

Que motivos levaram à escolha do curso que frequentas?
No término do ensino secundário, as razões pelas quais iria escolher ou não determinado curso não eram as mais claras. Penso que alguns factores me possam ter mobilizado de forma menos consciente para esta escolha. Por outro lado, após algum contacto, não só, com o exercício desta profissão, bem como com as necessidades da população neste aspeto, fazem com que agora talvez perceba melhor a razão daquela escolha. A possibilidade de poder conhecer melhor a história de cada um, que expõe todas as suas vulnerabilidades, tentar descobrir a causa do seu sofrimento e ao mesmo tempo minorá-lo, são as razões que me motivam a continuar a estudar e a escolher este curso todos os dias.

Como é o ambiente, como são as dinâmicas da cidade onde estudas (Lisboa) comparativamente com a Guarda?
A cada uma destas cidades associo momentos da vida distintos, o que as torna difíceis de comparar em alguns aspetos. Por outro lado são cidades muito diferentes em todos os níveis: quer sociais, académicos ou culturais. Lisboa é por eleição a cidade da pluralidade cultural, da diversidade, a porta de entrada para a Europa, a cidade do turismo, do mar, do trânsito desenfreado. A Guarda são as origens, a terra, a tranquilidade, o frio, a identidade, o porto seguro.

Que expectativas tens no términus do curso?
Após o Mestrado gostava de ter a oportunidade de poder ingressar numa especialidade médica, onde pudesse adquirir as capacidades e o conhecimento necessários para cumprir os objetivos que referi. Por outro lado, num eventual futuro, conciliar tudo isto com a vida familiar sempre foi o principal objetivo.

Voltar à Guarda está nos teus horizontes? Porquê? 
Nunca encarei a mudança de cidade, para o ingresso no Ensino Superior, como um ponto de partida para me fixar definitivamente noutro local. Sempre considerei a saída da Guarda como temporária. É aqui que estão as minhas origens, onde criei os maiores laços emocionais e familiares. É aqui que estão os costumes, as tradições e a tranquilidade que sempre me mantiveram apaixonado por esta terra. É a esta cidade que devo aquilo que sou e tudo o que aprendi. Reconheço que enquanto estudante me seja mais fácil manter este ponto de vista, mas espero que todas as futuras decisões me possam levar, mais cedo ou mais tarde, de volta.

És natural do Penedo-Marmeleiro. Como vês o futuro das comunidades rurais em geral e do Penedo em particular?
Apesar de não conseguir ter uma perspetiva semelhante à dos meus avós ou mesmo dos meus pais, que puderam presenciar uma outra face da vida nesta aldeia, as suas lembranças e relatos permitem-me ter uma ideia que como tudo já foi diferente. No entanto, não é preciso recuar muito mais de 15 anos para encontrar aqui uma escola primária ou ver outras caras conhecidas nestas ruas. Muito se perdeu para além disto. O envelhecimento da aldeia e das pessoas é mais que visível, mas é com muito agrado que posso presenciar não só as visitas cada vez mais frequentes, como também o regresso de pessoas à sua terra, nomeadamente após a idade da reforma. De facto, não é isto que permitirá um rejuvenescimento significativo da população, no entanto é a prova de que o bem-estar que estas terras do interior proporcionam não é esquecido. Não é de esperar que a curto prazo se estabeleçam grandes iniciativas que sustentem o desenvolvimento económico das pequenas aldeias, por outro lado, enquanto estas localidades forem motivo de saudade, alegria do regresso, convívio nos eventos festivos e tradições, estas continuarão na memória de todos. Que no futuro deixem de ser apenas um local de passagem.

Na tua opinião, quais seriam as medidas a tomar para travar a morte lenta do Interior como tal?
Existe a necessidade de, por um lado, reter as pessoas no interior e, por outro, atrair a população para o interior. Acordar a cidade que parece congelada no tempo. A dinamização da vida cultural e a animação das cidades é uma das formas de promover a permanência da população e aumentar o fluxo turístico na região. Medidas que facilitem a criação e manutenção de um negócio e que tragam benefícios ao investimento na nossa cidade comparativamente a outros locais. Medidas que favoreçam a procura das instituições de Ensino Superior no interior do país pelos jovens, diversificando e aumentando a oferta para a formação. Que seja vantajoso estudar, investir, viver aqui. Medidas estas muito vagas para a urgência da situação, mas que podem ser o início de algo melhor.

Vila Mendo, diz-te algo?
Durante muitos anos, todas as manhãs, a caminho da cidade da Guarda, me cruzei com as placas de trânsito que indicam o caminho até Vila Mendo. Até ao momento não sou o seu visitante mais assíduo, no entanto, para o povo e visitantes do mês de Agosto do Penedo da Sé, uma passagem pela Festa de Santo André sempre valeu a pena. Ainda neste sentido, a Associação Cultural e Recreativa de Vila Mendo impõe-se como um exemplo a seguir para a dinamização das localidades vizinhas.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Momentos

No dia do "galo de cabidela" oferecido pela GMP advogados

terça-feira, 21 de março de 2017

Sugestão de leitura

José Manuel Gonçalves Monteiro (1957)- nasceu em Quinta dos Prados, Panóias e estudou nos Seminários da Guarda. Licenciado em Estudos Clássicos e Portugueses pela Universidade de Lisboa é professor na Escola Afonso de Albuquerque na Guarda tendo leccionado ainda na Escola Secundária da Sé e em várias escolas da zona de Lisboa. Tem escrito textos para jornais e revistas da cidade e publicou um livro de poesia em 2015 (A (im)perfeição dos dias); fez a biografia de Nuno de Montemor (Alma Brava, Meiga) para a Câmara Municipal da Guarda.

Maria Mim- Nuno de Montemor
Pedem-me que dê sugestões de leituras aos frequentadores deste blogue. Quase me apetecia sugerir para iniciar um autor e não uma obra. Contudo, e respeitando a vontade do dinamizador, vou falar brevemente de uma obra que já deveria estar reeditada há muito, mas, felizmente, anda por aí numa edição da Câmara Municipal do Sabugal.
O livro que recomendo é o romance, ou novela se se preferir, “Maria Mim” de Nuno de Montemor. A razão principal desta proposta é que se trata de um autor ligado à nossa região e que tem estado esquecido. Outra razão é que a acção da história se passa em Quadrazais e gira à volta de uns amores entre uma quadrazenha e um alferes destacado no Sabugal para refrear o contrabando que se fazia naquela zona. Uma última razão é que o livro está bem escrito e se lê de uma penada. 
(Foi sugerida, há bem pouco tempo, uma união de esforços das Câmaras da Guarda e do Sabugal para a reedição de todas as obras deste autor. Espero que a sugestão não tenha caído no esquecimento.)

segunda-feira, 20 de março de 2017