terça-feira, 8 de março de 2022

Momentos

Vila Mendo On Tour- 2019- uma parte do grupo- zona da Lourinhã/Bombarral...
 

sexta-feira, 4 de março de 2022

Sugestão de leitura

Não sei bem porquê, ainda só tinha lido um livro do nosso (Guarda/Quadrazais) Nuno de Montemor: "Rapazes e Moças da Estrela" (contos). Agora, li estes dois; de um fôlego. Muito bem escritos: "apologéticos" das nossas Gentes, das nossas Terras, do nosso Interior-interior... do que fomos, do que somos(?), do que seremos(??!)... 
E o melhor elogio que lhe posso fazer: ainda agora os li e já tenho saudades de os ler novamente. 
Leiam-nos (estes e outros).

 

terça-feira, 1 de março de 2022

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Campo

O gado fita os viandantes; no aguardo fracassado da borrasca que tarda!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Retalhos da Vida

Domingo. Hora de almoço. Manuel "Tróia" e Maria, apressurados, destinam-se a um qualquer lameiro verdejante- se os houver... é que o gado tem apetites e os cães (ainda e sempre atados com uma guita) cobiçam o petisco, piamente acomodado no saco de plástico...
Retalhos da Vida... em Vila Mendo!  

 

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Retalhos da Vida

Alumiado o dia. A chuva esperada, tarda. Presta-se o tempo a algum melhoramento num qualquer casebre desalmado, ainda...
Retalhos da Vida... em Vila Mendo.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

Produção teatral

 5 de Agosto- Produção Teatral original- Vila Mendo

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Incêndios

Fim de Janeiro e princípios de Fevereiro-  Incomum, de facto.

 

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Retalhos da Vida

Empedernido o amanhecer; ainda que acalentado por prosa de circunstância...

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

domingo, 30 de janeiro de 2022

Eleições

Dia de eleições; com soluções ou (ainda e sempre) com mais desconexões... da realidade concreta das pessoas-Pessoa? Que Portugal-outro queremos? Que Portugal-outro esperamos? Que Portugal-outro sonhamos, muito?

quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

O Campo

Demoradamente, o gado demanda-se a outro prado; esperançado na chuvada... que tarda.


 

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Campo

Nevoento, o dia. A aragem gélida enrija os ossos e enturva a mente; mas os lavores, esses, operam-se... sem delongas ou justificativas. Desapiedado, o Campo!

 

quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Pessoas: Políticos e política(s)- o fim dos partidos?

espécie de ensaio- 1º parte- (no seguimento de outra reflexão “Vida e(m) pandemia” publicada aqui nos dias 25 de Junho, 2 de Abril e 5 de Fevereiro de 2021)

Vivemos em democracia ainda nem há cinquenta anos, pelo que na psique profunda do povo português este viver em sociedade é algo talvez pouco maturado, não muito estruturado, provavelmente pouco pensado.
Como vemos a política? Como a experienciamos, agora? Como a projectamos, no futuro? Certamente que cada qual tem a sua opinião sobre ela: cada um tem a sua “política” em relação à política… mas enquanto nação-pátria é um amor recente, isto da política-democrática; como tal, precisa ser cuidado, sistematizado e orientado para o bem-comum. E aqui bem-comum é A palavra, pois a política como tal só adquire pleno sentido quando está e pugna pelo aconchego individual e colectivo das gentes. Mas o que é o bem-comum? Poderemos dizer, de forma simplista, que será tudo aquilo que promova o equilíbrio e o desenvolvimento harmonioso das sociedades e que vá de encontro às aspirações de todos ou da maior parte das pessoas que compõem as diferentes comunidades. Não raras vezes, o bem-comum colide com os interesses individuais de uns quantos e é aqui que a política-política tem de prevalecer e não transigir.
De facto, ela é feita por políticos; melhor, por pessoas, acima de tudo. Mas que pessoas temos na política e que política temos nas pessoas? Quem são aqueles que estão ao serviço da causa pública? Que percepções as gentes têm deles? Questões de não fácil resposta. Realmente, aquilo que vai transparecendo ao longo de séculos da nossa existência enquanto povo é a de que os políticos não são confiáveis; ora se a norma (ou pelo menos a sua percepção) é esta, que esperar das acções concretas deles? Pouco, provavelmente. E é aqui que reside, talvez, o facto de continuadamente, ao longo da história de Portugal, estarmos na cauda do progresso e desenvolvimento: se as pessoas não confiam em quem os lidera, dificilmente se deixam liderar bem; dificilmente fazem mais e melhor com consequências na produtividade, no empenho maior para um país superlativo… Mas isto quererá dizer que o problema sistemático de Portugal são as elites? Também, mas (se calhar) não só: as elites são, em última instância, produto/resultado daquilo que somos enquanto povo. Se elas não servem, serviremos nós enquanto sociedade? Serviremos, cada um de nós (enquanto indivíduos) para a(s) comunidade(s)?!.
É através das eleições e do voto que podemos colocar e retirar quem entendermos nos lugares de decisão. Porque não o fazemos, votando? Porque nos abstemos? Porque há um desinteresse (desencanto) generalizado na Coisa Pública? Certamente que o modo como os Partidos se posicionam e intervêm pode ser explicativo. De tão herméticos que são (naquilo que é o carreirismo, seguidismo, até obscurantismo) só perpassa para a opinião pública os dislates e os disparates de uns quantos que desanimam qualquer veleidade de muitos para serem inovadores e prossecutores de acções válidas, com reflexo profícuo na vida das pessoas-pessoa. Os partidos tornam-se num conjunto de uns quantos arregimentados (quais adeptos de clube de futebol) que nos meandros do poder nos vão (des)governando numa lógica de sobrevivência individual e partidária, tantas vezes contrária ao tal bem-comum- de que são expressão máxima a corrupção, as ilegalidades, abuso de poder, a falta gritante de ética e transparência…
É recorrente ouvir referir que se é verdade que se pode votar em a,b,c ou d, também é verdade que só votamos naqueles que previamente foram escolhidos e seleccionados mediante requisitos, processos, por vezes, dúbios e inusitados. Nesta medida, se está diagnosticada a enfermidade democrática nos partidos (e se é pouco crível que se regenerem, pelo menos a curto prazo), que fazer para que a democracia sobreviva aos solavancos do presente?
Não será, provavelmente, a solução, mas poderá ser uma das respostas: a emergência e a consolidação dos movimentos independentes (verdadeiramente) que nasçam, cresçam, cumpram o seu papel e tenham o seu fim; ou se renovem sistematicamente em pessoas e ideias, numa lógica transformativa deles próprios para operarem eficaz e fielmente na realidade. Esta renovação intrínseca e ulterior seria extremamente benéfica à causa pública, delimitando, por certo, compadrios e amiguismos instalados, promovendo a competência, o conhecimento e o serviço ao Outro numa lógica desinteressada mas interessada nas coisas da Pólis. Depois algumas medidas específicas: aumento dos mandatos para 6/7 anos e implementação do mandato único sem possibilidade de reeleição ou nomeação, promovendo assim uma constante alternância, impedindo o “assalto” a cargos de poder indefinida e abusivamente, possibilitando que gente competente, capaz e motivada pudesse exercer cargos que, agora, jamais alcançará. Este poderá ser o/um caminho. Doutro modo, antevê-se num futuro próximo grandes agitações de massas, descontentes com a situação económica e social que todos os dias as tolhe na sua liberdade e aspirações; e isto amplificado pelas redes sociais (comunicação social) que instigam a confusão e o atrito, por uma contrainformação galopante e desinformação paradoxal nesta época altamente globalizada e instantânea (sabemos de tudo em todo o lado e em todo o momento, mas, muitas vezes- porque impreparados e bombardeados- manipulados).
Os partidos políticos tiveram o seu tempo (se calhar, ainda têm o seu lugar), mas outros novos tempos surgem inexoravelmente e ou se adaptam ou definham… esperando nós que o país não definhe com eles.
É caso para perguntar: será o fim dos partidos? Se for, a que custo? Se o não for, o que advirá? No fundo, que Portugal-outro queremos?

segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

sábado, 25 de dezembro de 2021

quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

sábado, 18 de dezembro de 2021

Momentos

Avó e netos, num simples passeio simples...

 

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Bruma(s)

O sol reluz na Guarda primeiro. Vila Mendo, acobertada pela bruma, espera, sossegada e augusta, o alumio...

 

quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

A Ti... Amigo Tiago Gonçalves

(38 anos, hoje.)
A vida o que é, senão princípio do fim? Fim que é (re)começo para aqueles que esperam a eternidade da existência.
Vida, acto contínuo no descontínuo… dos pensamentos, das percepções, dos sentimentos; das emoções, das acções… concretizadas, irrealizadas.
Somos aquilo que somos… somos as nossas coerências e incoerências, as nossas certezas, dúvidas e tristezas; as nossas alegrias, venturas e desventuras.
Somos… os nossos sonhos… vividos e por viver… somos os caminhos que traçamos, que andamos… que desejamos, muito.
Somos… donde começamos, donde crescemos, donde estamos, donde vamos… donde nos recordam, donde nos amam… somos de quem não se esquece… de nós. Somos… donde passamos, dos lugares que gostamos, dos lugares que nos transformam e que transformamos.
Somos… os lugares que nos acalentam o coração e a razão… somos os lugares que nos marcam e se deixam marcar… os lugares das pessoas com as pessoas… que nos enchem as medidas ou nos desgostam, por vezes.
Somos tanto, que de tanto pouco, realmente, importa.
Importam os sorrisos francos, as palavras certas, os reparos honestos. Importa o abraço sentido… o olhar atento, o respeito amadurecido… Importamos todos e cada um de nós.
Somos o Ontem! Somos o Hoje! Somos o Amanhã!
Hoje, somos TU: Tiago! Contigo NUNC et SEMPER!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

ao Noéme (Noémi)

(Fotografia de Henrique Nascimento)
Sei de um rio…
do rio da minha inocência
presente e constante
no pular de um menino,
inquieto.

Sei de um rio…
do rio da minha juventude
doce e suave
nos amores à sua beira,
consumados.

Sei de um rio…
do rio da minha existência
choroso e queixoso
no destino calhado,
maculado.

Sei de um rio…
do rio do meu amanhã,
ditoso
na memória da gente.
Sei- te Noéme!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

Lides

As lides do campo não expectam, não esmorecem, não findam... subsistem... ao alheamento (do) Interior- ermo.

 

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Caminho

que caminhos excedemos
que caminhos urdimos
que caminhos transcendemos?
que caminhos renegamos
que caminhos cerceamos
que caminhos, caminhamos?
que Caminho?

terça-feira, 23 de novembro de 2021

sexta-feira, 19 de novembro de 2021

Coisas da Vida

Faleceu, na passada quarta-feira, o Carlos Alberto Nunes (mais conhecido por Cali), aos 56 anos, vítima de um acidente agrícola. Natural da Quinta de Cima, deixa saudades aos seus amigos pela boa pessoa que era. O funeral é no sábado, às 11 da manhã, em Vila Fernando. Aos familiares, os pêsames.

segunda-feira, 15 de novembro de 2021

Homenagem a Tiago Gonçalves

No âmbito das comemorações do dia da Cidade da Guarda, pelas 15h30 em Vila Mendo: com um "pequeno apontamento poético".

sexta-feira, 12 de novembro de 2021

terça-feira, 9 de novembro de 2021

quinta-feira, 4 de novembro de 2021

Destino(s)

Casas desacolhidas
pedras caídas
sôfregas,
de gente
que as desfrute.
largadas no porvir
calado,
choram
o existir.
até quando?  

terça-feira, 2 de novembro de 2021

sexta-feira, 29 de outubro de 2021

terça-feira, 26 de outubro de 2021

quinta-feira, 21 de outubro de 2021

Retalhos da Vida

Expressivos, cão e Santiago galhofam sobremaneira. Correm, saltam, param, descansam e... reencetam a recreação. Os circunstantes, afadigados pelo rebuliço, abancam degustando umas nozes cobiçosas; expectando (crédulos) o remate do alarido... que tarda!
Pequenos retalhos da Vida... em Vila Mendo! 
 

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Vacinação

Vacinação da gripe no Centro Juvenil e Social de Vila Fernando (Centro de Dia)
 

sexta-feira, 15 de outubro de 2021

A Freguesia de Vila Fernando no séc. XVIII

Graça Sousa
- professora
Casamentos – Parte 4 (2ªparte)

lAssinaturas das testemunhas

Nesta época, os padrinhos e as madrinhas nem sempre eram mencionados pelos Vigários ou por quem os substituísse. No entanto, havia quase sempre referência aos nomes das testemunhas que assinavam no fim de cada assento. Era frequente serem padres que assistiam à cerimónia, mas muitas pessoas (sempre do sexo masculino), residentes na freguesia, desempenharam esse papel. Algumas não sabiam escrever e assinavam com uma cruz, uma estrela ou outro símbolo; outras redigiam o seu nome com dificuldade como se não soubessem escrever mais nada; outras, no entanto, traçavam lindas assinaturas que nos mostram que o analfabetismo talvez não estivesse tão presente na nossa freguesia como poderíamos imaginar.
Aquilo que se segue é uma amostra de algumas destas últimas assinaturas. Os autores residiam todos na freguesia de Vila Fernando.













quarta-feira, 13 de outubro de 2021

A Freguesia de Vila Fernando no séc. XVIII

Graça Sousa
- professora

Casamentos – Parte 4 (1ªparte)

lAssinaturas das testemunhas
Nesta época, os padrinhos e as madrinhas nem sempre eram mencionados pelos Vigários ou por quem os substituísse. No entanto, havia quase sempre referência aos nomes das testemunhas que assinavam no fim de cada assento. Era frequente serem padres que assistiam à cerimónia, mas muitas pessoas (sempre do sexo masculino), residentes na freguesia, desempenharam esse papel. Algumas não sabiam escrever e assinavam com uma cruz, uma estrela ou outro símbolo; outras redigiam o seu nome com dificuldade como se não soubessem escrever mais nada; outras, no entanto, traçavam lindas assinaturas que nos mostram que o analfabetismo talvez não estivesse tão presente na nossa freguesia como poderíamos imaginar.
Aquilo que se segue é uma amostra de algumas destas últimas assinaturas. Os autores residiam todos na freguesia de Vila Fernando.
 
      Manuel Miguel-1718   José de abreu-1799

sábado, 9 de outubro de 2021

Rememoracões

 

(Fotografia de Dulce Leal)
Equipa de Vila Mendo: Agosto de 1991 na festa de Vila Fernando (à noite)
Em cima: Victor Soares, Júlio, Paulo, Stéphane
Em baixo: Carlos Gonçalves, Zé Eduardo, Zé 

sexta-feira, 8 de outubro de 2021

segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Retalhos da Vida

Maria "do Tróia"
Dia de eleições. Enquanto alguns (por entre uns tragos valentes) linguarejam sobre desfechos e possibilidades, Maria persevera no seu propósito: o gado está com a larica e não há-de soçobrar à míngua. Saco numa mão, pau na outra; os cães atados a uma guita. Ligeira, avança até um qualquer lameiro verdejante que se lhe apresente de modas... "Boa tarde"- "Boa tarde" deixando antever um sorriso rasgado... até porque (segundo dizem) já exerceu o acto de cidadania. E de que maneira: devidamente adereçada com um boné de uma candidatura!..  "cabras d´um raio"... "cães do diabo"...
 Pequenos retalhos da Vida... em Vila Mendo.

sexta-feira, 1 de outubro de 2021