terça-feira, 11 de maio de 2021

Reunião

Beatriz, Vanessa, Élio, Rodrigo, Inês
Reunião com a Direcção da Associação

 

domingo, 9 de maio de 2021

quarta-feira, 5 de maio de 2021

Retalhos da Vida

Manhã encoberta. Maria, como de costume, guia as suas cabrinhas para o pasto. Onde o houver! Sorridente, dá a salva, mas pouca conversa aos intrometidos- que as suas "meninas" têm fome e são o seu mais que tudo...
Retalhos da Vida... em Vila Mendo.
 

quinta-feira, 29 de abril de 2021

Retalhos da Vida

Ali para os lados da Barroca, Luís Pereira- desacompanhado (de gente)-  remedeia o pai na vigia do gado enquanto os cãezitos se mostram mais devotos à distração do que à guarda; até porque os lobos já não abundam por estas bandas... e, bem vistas as coisas, face ao porte, a sorte de tal empenho seria modesta.
Retalhos da Vida... em Vila Mendo
 

segunda-feira, 26 de abril de 2021

Retalhos da Vida

Malgrado a cruz inestética e o altifalante inenarrável, a Capela ainda aguça uma certa aura de mistério e assombro que as crianças aproveitam para recrear; moldando a sua personalidade na tenção de serem adultos conscienciosos...
Retalhos da Vida... em Vila Mendo! 
 

quinta-feira, 22 de abril de 2021

segunda-feira, 19 de abril de 2021

Tempos

As crianças servem-se do tempo  para se desenfadarem, neste... tempo atreito a desligamentos... Tempos...  
 

sábado, 17 de abril de 2021

Melhoramentos

A nova direcção colocou portas novas na Associação.

quinta-feira, 15 de abril de 2021

segunda-feira, 12 de abril de 2021

Retalhos da Vida

Manuel Marques
Pressuroso, nunca quedo, Manuel da "Auzenda" orienta as cabras até à corte- que ainda  vai zelar pelas vacas, pela horta ou por qualquer outra lide que assome casualmente...
Retalhos da Vida... em Vila Mendo.

sexta-feira, 9 de abril de 2021

terça-feira, 6 de abril de 2021

Gentes da Terra

Sr. Ismael
A preparar a horta com todo o cuidado e parcimónia.

sexta-feira, 2 de abril de 2021

Vida e(m) pandemia

Vida e(m) pandemia
espécie de ensaio- 2ª parte do texto publicado no pretérito dia 5 de Fevereiro

“Como começar a alterar isso: valorizando, reconhecendo e assumindo o ontem; pensando e fazendo o hoje; antecipando o amanhã…”
Obviamente que este processo não é algo repentino que mude por artes mágicas. Contudo este é o caminho, difícil por certo. É um processo individual, antes de mais, que começa nos pequenos “quês” do dia-a-dia, mas que ancora em elites formadas e informadas que sejam farol e guia nestes tempos conturbados.
Se analisarmos bem (numa escala macro), e não querendo ser injusto perante diversos actores ao longo da história de Portugal, quem é que valorizou, reconheceu e assumiu o ontem, pensou e fez o hoje e antecipou o amanhã? Parece claro! D. João I, Infante D. Henrique e companhia como o início dos Descobrimentos (ainda se pode chamar tal?!.). De resto, e sem querer ser simplista, parece que foi, e passe a expressão, “pontapé na bola, xuto para a frente e fé na providência.”
E estamos onde sempre estivemos, dependentes de um qualquer milagre: o comércio das Índias, o ouro do Brasil, as colónias africanas, os fundos europeus… sobrevivemos sempre à espera que algo aconteça: não porque se tenha capacidade de prever e planear em conveniência, mas numa lógica de desenrascanço (onde somos realmente bons, diga-se) que chega para sobreviver mas não (talvez) para Viver.
Como País, existiremos por muitos mais séculos, sem dúvida- que o milagre do nosso surgimento já será eterno- de desenrascanço em desenrascanço iremos perdurar; importa saber a que custo e com que dificuldades e sofrimentos nos iremos deparar “para que fosses nosso oh mar”…
De qualquer modo, as elites que nos governam e governaram emanam aquilo que somos enquanto povo, mas primeiramente enquanto indivíduos e ao responsabilizá-los- por si só- estaremos a fazer aquilo que é uma das características (quase que inatas) dos portugueses: os “queixumes” combinados com uma pitada de intriga e mesclados com uma boa dose de inveja. De facto, esta “nobre” arte de nos queixarmos (por tudo e por nada) poderia ser (e é também muitas vezes) uma forma de crescimento enquanto nação, na perspectiva de conhecermos e lutarmos pelos direitos que nos assistem, na perspectiva de podermos alterar para melhor a comunidade, a sociedade, o mundo em que vivemos.
Todavia, este lado profícuo dá lugar a um queixume maldizente em que se diz mal de tudo e todos numa lógica de oposição- Eu contra o Outro- Eu que sei e tenho solução para tudo, contra o Outro que nada sabe e tudo faz mal; são as conversas de café, de rua, de tantos e tantos momentos, contínuas e corriqueiras e, não raras vezes, mal intencionadas. Paradoxalmente, estas queixinhas são alimento de coesão entre pessoas, entre grupos, entre comunidades, entre o próprio país e a sua identidade: aquilo que poderia ser visto como negativo e nefasto (que é), torna-se um elo, uma afinidade entre indivíduos. Convertemo-nos em arautos da desgraça e nessa desgraça mantemo-nos unidos numa identidade- a de Portugal. Naturalmente que uma identidade forjada em tais princípios (outros há, por demais superlativos) não pode trazer grandes benefícios (a não ser a existência dela mesmo) porque essas queixas, esse desfilar e destilar de problemas (culpa dos outros, claro) não pressupõem nenhuma acção transformativa para se corrigirem e alterarem: diz-se por dizer, não para fazer, porque quem tem de fazer e mudar é o Outro. E quando misturamos as queixas e o maldizer a um certo poder de decisão obtemos aquilo a que vulgarmente se chama de burocracia: tudo é bloqueado nuns quaisquer níveis de definição, provocando a exasperação daqueles que querem resolver situações da sua vida. Assim, é recorrente a inacção dos serviços (públicos) que numa aparência de grande azáfama e volume de trabalho acabam por suspender decisões de forma rápida e útil por pequenas questiúnculas que só servem para atestar o ego (narcisista e invejoso, por vezes) da suposta importância de quem decide; os pequenos poderes instalados na hierarquia da administração (pública, maioritariamente) são profundamente paralisantes e castradores de uma verdadeira simplificação de procedimentos e consequente transformação de mentalidades que permitam um salto daquilo a que denominaria de modernidade-operante que nos permita (enquanto povo) Viver e não sobreviver nos solavancos da história…

quarta-feira, 31 de março de 2021

Retalhos da Vida

Nevoenta, a tarde demanda a um passeio na natureza. A Avó Eufrásia e a neta Ema, acompanhadas pela intrépida e arisca fiel amiga Pipoca, caminham aprazivelmente numa cumplicidade manifesta. Depois de um parlatório de circunstância, prosseguem o seu destino- que esta estreiteza de relação não merece ser apoquentada por uns passantes quaisquer...
Retalhos da Vida... em Vila Mendo.

segunda-feira, 29 de março de 2021

Retalhos da Vida

O dia peregrina para o seu desfecho. Às ovelhas, espera-as uma noite (ainda) demorada, mas já menos fria, recolhidas na corte. A Sra. Ana Maria nem as precisa nortear. O Santiago e a Sara, acompanhados pela Andrea, seguem atrás estranhados pela desenvoltura de tais animais graciosos.  Dois dedos de assunto e cada qual regressa ao aconchego dos seus...
Retalhos da Vida... em Vila Mendo.

sábado, 27 de março de 2021

quarta-feira, 24 de março de 2021

Retalhos da Vida

Deambulando pelas ruas, o fotógrafo (Júlio) procura o enquadramento ideal para uma imagem superlativa, enquanto que na horta, as gentes, fazem as labutas agrícolas. Maria interpela-o, desafiando-o a registá-la para a posteridade. Ao lado, os compadres impelem-na a ousar a pose e, vai daí, não se faz rogada: agarra no Manel Tróia e zás- um beijo caloroso e alongado para deleite dos olhares atentos e atónitos... 
Retalhos da Vida... em Vila Mendo.  

domingo, 21 de março de 2021

quarta-feira, 17 de março de 2021

Gentes de Cá

Francisca; Maria Rita
A candura do desenfado com que foliam, aguça em nós o ensejo por revivescer a meninice que já lá vai...
Rir de nós, do Outro, da Vida- mesmo quando é morte- é (pode ser) um acto transformativo do Meu, do Teu, do Nosso Mundo... façamo-lo amiúde.

domingo, 14 de março de 2021

Momentos

Tabernas do Entrudo- Taberna do Chichorro (Fevereiro 2020) 

quarta-feira, 10 de março de 2021

Retalhos da Vida

Zé Albino; Luís; Paulo
Nos entretantos de um dia fadigoso, um recesso para versar sobre um qualquer quesito é forçoso... e "molhar a palavra" inevitável para bem da lide e da alma...

segunda-feira, 8 de março de 2021

sexta-feira, 5 de março de 2021

Coisas... pessoais e...

Maria Miguel- consultora SAP
Coisas... pessoais e (des)conexas

Uma pergunta: para onde vamos?
Um sonho: passar o ano a viajar
Uma pessoa: a Mãe
Uma alegria: festinhas na barriga da minha cadela
Um pensamento: que a vida sempre leve o que não é leve
Uma preocupação: que alguém sofra
Uma paixão: liberdade
Um lugar: Alentejo
Uma irritação: esperar
Uma saudade: o Avô

quarta-feira, 3 de março de 2021

Gentes da Terra

Três garrafas na mão. O que contêm? Não será custoso adivinhar... Zé. Avança apressurado! Para onde vai? O sol, bem no alto, é indicativo da larica que começa a dar sinais de impaciência e impertinência... É o vasilhame prenúncio de uma tarde bem regada? Os afazeres esperam-no (e hão-de esperar) que o estímulo da alma faz-se primeiro pelo mantimento da barriga. A labuta não foge e os comensais (ávidos) esperam-no.
"Zé de Vila Mendo, Zé da ti Lídia, Zé do t' Zé Marques, Zé da Magali" uma verdadeira figura de Vila Mendo. As suas histórias e estórias são um deleite; as míticas façanhas são tão inusitadas como inquietantes os seus intentos. Agora, mais sabido e por tal mais recatado, vai passando os seus "ensinamentos" do alto da sua experiência de bon vivant, de bom rebelde, de bom "gandulo"...
Zé de Vila Mendo... e do mundo!

segunda-feira, 1 de março de 2021

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Coisas... pessoais e...


Joana Amaral
- animadora sociocultural
Coisas... pessoais e (des)conexas

Uma pergunta: para onde corremos desenfreadamente?
Um sonho: ser do mundo
Uma pessoa: eu: tenho em mim um pouco de todos com quem me cruzo e caminho
Uma alegria: viver
Um pensamento: a vida é demasiado curta para ser pequenina
Uma preocupação: a nossa irresponsabilidade para com a Casa comum
Uma paixão: desporto- música
Um lugar: a natureza
Uma irritação: sentir-me controlada
Uma saudade: de quando era inocente

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Momentos

Vila Mendo On Tour 2019- Uma parte do grupo perto do Bombarral.
 

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Coisas... pessoais e...


Diogo Isidro
- mestrando em finanças na Nova SBE
Coisas... pesoais e (des)conexas

Uma pergunta: quando voltamos a uma festa a Vila Mendo?
Um sonho: ver o Benfica campeão europeu
Uma pessoa: o meu avô
Uma alegria: ver o esforço académico ser recompensado
Um pensamento: "if you fulfill your obligations every day, you don´t need to worry about the future"- Jordan Peterson
Uma preocupação: consequências económicas e sociais da atual crise pandémica
Uma paixão: Sport Lisboa e Benfica
Um lugar: Guarda- junto da família e amigos
Uma irritação: iliteracia alheia
Uma saudade: "normalidade" pré-covid

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

"JUL-GALO"

 O Aquilo Teatro apresenta AQUI o JUL-GALO com a participação de um Vilamendense.

"O Aquilo Teatro suportado nos rituais de expiação, comuns na quadra carnavalesca, e que no concelho da Guarda, de forma mais ou menos entusiástica, se consubstanciam em crenças, costumes e rituais, apresenta uma produção independente designada “JUL-GALO”. Conscientes de que o Estado de Emergência e todas as medidas adotadas para combate ao surto pandémico COVID19, são importantes e deverão ser acatadas na defesa do bem maior que é a saúde pública, o espetáculo que apresentamos será difundido, unicamente, através das redes sociais, na expectativa que este recurso cultural identitário da Guarda, chegue a todas as casas e continue a desempenhar o seu papel de expiação e catarse social e cultural. Sabemos que é na adversidade que nos devemos reestruturar e fazer mais. Enquanto agentes culturais locais, não podemos, nem queremos prescindir dos nossos direitos e deveres de participação na vida cultural da comunidade. Ficar à espera do que o futuro trará já não é mais solução. Poderemos sempre fazer algo mais do que aquilo que tem sido feito. Negamo-nos a continuar passivos, queremos apresentar soluções que se adaptem ao contexto social atual. Se cada um fizer um pouco, poderemos fazer diferente por todos e para todos."

domingo, 14 de fevereiro de 2021

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Sabedoria- Prudência- Memória

O Padre José Dionísio, a propósito do exercício reflexivo por mim feito há uns dias- Vida e(m) pandemia, envia um comentário/opinião que a seguir transcrevo: 

"O amigo Luís Soares arrisca aqui um exercício muito difícil: conseguir olhar para este tempo diferente e estranho que estamos a viver (a pandemia), analisá-lo em alguns aspectos marcantes e propor linhas de acção para melhorar aquilo que ele pensa que está errado. E isto tudo num texto bem curto. Aponta atitudes essenciais para que políticos governantes, ou de oposição, não andem de candeia na mão ‘às aranhas’ e que eles próprios não teçam esta teia presente que se pode tornar numa rede de aço que impeça audácias e “saltos de modernidade” lideradas por uma geração que já vai em duas crises maiores. Não podemos deixar-nos cilindrar pela velocidade dos acontecimentos _ e pelas notícias dos acontecimentos_ que nos invadem o quotidiano. É, já não é, já foi, já era... “Disse, sim! Não disse, nada! Está gravado! É mentira!..” Ufa!! Chega! Respeite-se a palavra “dita – escrita e falada”, como diz Luís Soares. Sejam homens e mulheres que não moldam a palavra dada, segundo as conveniências do dia. E assim se esquece o passado. E se perde a memória. E se repetem os erros do passado. Mesmo bem recente… Luís Soares fala da falta de um certo medo que eu acho que é aquele temor judaico-cristão que se diz ser o princípio da sabedoria. E bem precisamos de sábios políticos neste Portugal ferido, mas que não quer morrer. Devemos temer, sim, aqueles que são cataventos. E aqueles que gritam para terem razão. E aqueles a quem não importa muito (e facilitam legalmente) a morte de velhos e doentes, e reconhecem pouco os que trabalham pela defesa da qualidade de vida dos que produzem, mas também dos que já não produzem. 
Que a situação terrível que vivemos ajude a acção política dos que nos representam, para ser mais clara, discreta e facilitadora dos que querem trabalhar. Sejam como árbitros que não se vêm num jogo de futebol, onde podem brilhar, assim, os artistas. Premeiem-se a criatividade e os bons resultados; morte às cunhas que esmagam os melhores e nos mantêm nos últimos lugares do desenvolvimento europeu. Chico-espertos, não! Sábios, sim!! Nos políticos e em nós todos…"
                                                                 José Dionísio (padre)

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Vida e(m) pandemia

Vida e(m) pandemia
espécie de Ensaio- 1ªparte

Estamos a viver um tempo histórico. Um tempo que vai (deve) ficar inscrito (espera-se). Um tempo em tudo semelhante ao de outras pandemias e catástrofes na história da humanidade, com uma diferença: somos nós (Eu, enquanto indivíduo) que o estamos a viver. Ora isto, por si só, redimensiona o problema para uma escala de importância (interpretativa) sem igual: é presente! Não é algo que se lê ou se aborda, superficialmente, no percurso académico. Mas por ser presente, paradoxalmente, quase que parece passado; a quantidade de informação difusa, profusa e confusa a todo o momento e no momento redirecciona o nosso pensamento para um caminho de esquecimento, alienação, desvalorização: tudo acontece agora, tão rápido e tão perto que já é distante- é e não é! Esta dualidade (dubiedade) de pensamento, de percepção (individual) faz com que as pessoas (colectivamente) adoptem, por vezes, comportamentos desajustados e irreflectidos que (previsivelmente) não favorecem à eliminação do problema. O medo (puro e duro) por onde as sociedades das outras vagas pandémicas se governavam e deixavam governar deixou de existir (ainda bem), sem que tal fosse substituído por algo diferenciador e profícuo- há a ideia em cada indivíduo de uma pretensa imortalidade (“a mim nada me acontece”) a que chamaria de imortalidade-frugal por não assentar numa materialização concreta de transformação efectiva, duradoura e inscrita da Vida como tal- temos a vantagem, é certo, de uma ciência avançada, embora lenta para aquilo que esperaríamos e precisaríamos no imediato. Se antes havia pouca ciência, sobrava o medo para controlar as situações, agora com mais ciência (que não basta) falta o medo; não o medo asfixiante, paralisante e opressivo, mas o medo que definiria como prudência-reflexiva-operante que nos permitiria pensar e encarar a realidade com cautela ( sem nos aprisionar numa vivência terrorífica) e capaz de planear e operar o futuro… no presente!
Nesta(s) altura(s) seriam necessárias elites políticas (económicas e culturais) que nos ajudassem, que planeassem e que executassem medidas pensadas, estruturadas e enquadradas numa perspectiva de presente-futuro ancoradas no passado; medidas transformativas, medidas que apontassem um rumo, alicerçadas nas liberdades individuais e colectivas. De facto, temos assistido a políticas erráticas e a políticos errantes (quase que uma sina desde os tempos primeiros da existência de Portugal como país) que não sabem muito bem o que fazer, dizer, logo pensar-antever. Veja-se, como exemplo, a confusão com as máscaras, vacinas, educação, justiça… diz-se uma coisa, depois diz-se que não se disse ou que se disse mas não era aquilo que se queria dizer porque o que se tinha dito já não interessa face às circunstâncias mutantes… o que conduz a outro problema que não é (só) de comunicação; é mais profundo: o valor da palavra dita- escrita e falada; se o que se diz hoje não tem valor amanhã (porque desacreditada pelos intervenientes) então não há um salto de modernidade nas mentalidades, com consequências inegáveis, imprudentes e imprevisíveis no bem-estar material, social e até identitário de um país; tudo é simplificado, desvalorizado, esquecido; e sem memória do atrás é difícil haver mudança no à frente. E Portugal está aqui: individualmente inconsciente, politicamente inconsequente. Como começar a alterar isso: valorizando, reconhecendo e assumindo o ontem; pensando e fazendo o hoje; antecipando o amanhã…

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Festa do Chichorro


2020- Encher das morcelas e chouriças
Cozer do Pão




sábado, 30 de janeiro de 2021

Festa do Chichorro

 (O ano passado) 
Hoje, seria mais uma edição da Festa do Chichorro...
 

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Casas

Portas cerradas; janelas discretas, sem assomos. A sombra apodera-se das casas esvaziadas de gente, de memória, de Vida. Durante anos e décadas e séculos, as escadas e o pátio pedregoso suportaram o peso dos pés (descalços) doridos pelo trabalho árduo e massacrante do quotidiano previsível, mas desafiante e, ao mesmo tempo, incerto, mas reconfortante pela presença dos Seus e de uma Vizinhança lidadora e presente nas agruras. O afã dos dias de outrora dá- agora- lugar a silêncios demorados e perturbadores, por vezes. Voltará a inquietude dos tempos idos? 

 

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Eleições Presidenciais- Freguesia Vila Fernando

 Num universo de 478 eleitores, Abstiveram-se 330 (69,04%). Houve 2 votos em Branco (1,35%) e 4 votos Nulos (2,70%). (Fonte: Expresso)

Marcelo R. Sousa

84 votos

André Ventura

30 votos

Ana Gomes

12 votos

Vitorino Silva

10 votos

Marisa Matias

3 votos

domingo, 24 de janeiro de 2021

Afazeres

Os afazeres agrícolas não podem findar; mesmo nas circunstâncias inusitadas presentes...

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Gentes de Cá

Graça; Mariana; Sandra
(Dezembro 2019-jantar de natal)

 

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Corte de água

AVISO CORTE DE ÁGUA| PANOIAS DE CIMA, SANTANA DA AZINHA, JOÃO ANTÃO E VILA MENDO
No âmbito de trabalhos de higienização dos reservatórios do Barracão e de Santana da Azinha, a realizar pela empresa das Águas do Vale do Tejo, dia 15 de janeiro, será interrompido o abastecimento nas seguintes localidades: Panoias - entre as 09h00 e as 13h00; Santana da Azinha, João Antão e Vila Mendo - entre as 14h00 e as 18h00. Lamentamos o incómodo; a empresa promete ser breve.
#aviso #cortedeágua 

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

domingo, 10 de janeiro de 2021

Neve

Em Vila Mendo e na Guarda.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Revista do Ano 2020- Rádio Altitude

 A Rádio Altitude produziu a "Revista do Ano 2020" que dedicou ao nosso amigo Tiago Gonçalves. Para ouvir AQUI

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Dia(s)

O dia alvorece como que desalmado pelo frio cortante, amainado pela quentura do sol- distante.
O vivo remasca a palha arrecadada com lavor no tempo cálido do estio, alheio às andanças das pessoas- apressuradas.