Carlos Nunes- Vila Fernando; Ismael Soares- Vila Mendo; António Silva- Vila Fernando
VILA MENDO-vila fernando-guarda
Vila Mendo... o Mundo... aqui (blogue pessoal)
quinta-feira, 24 de setembro de 2026
terça-feira, 22 de setembro de 2026
Coisas da Vida
Faleceu a Sra. Patrocínia Gil Patrício Nunes aos 73 anos. Saiu de Vila Mendo depois de ficar viúva do marido Joaquim Nunes, há sensivelmente 40 anos. Mulher humilde, cuja vida não se lhe apresentou fácil. Aos filhos Nuno, Arlete e Susete, aos netos e bisneto; às irmãs Eufrásia, Lurdes; Gracinda, Manuel, Alberto; aos sobrinhos os nossos pêsames.
E Vila Mendo também fica mais pobre.
O funeral será Quarta-feira, pelas 17h30 em João Antão, para onde irá hoje a partir das 16h.
Etiquetas:
Pessoas
domingo, 20 de setembro de 2026
terça-feira, 15 de setembro de 2026
Missão de padre
O Pe. Ângelo Martins, vai deixar Vila Mendo (Paróquia de Vila Fernando) e muitas outras paróquias. A sua missão continua e dará frutos, por certo; e passará pela Covilhã. Bem-haja.
Etiquetas:
Paróquia Vila Fernando,
Pessoas,
religiosidade
sábado, 12 de setembro de 2026
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
Reditos
Pois bem! Eu direi que sendo pessimista quanto ao destino humano, sou optimista quanto ao homem- Albert Camus
Etiquetas:
Autores; pensamento
terça-feira, 8 de setembro de 2026
segunda-feira, 7 de setembro de 2026
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
terça-feira, 1 de setembro de 2026
Reditos
Tudo o que a vida nos pode dar é um certo conhecimento dela que chega tarde demais- Conrad
Etiquetas:
Autores; livros; pensamento
sábado, 29 de agosto de 2026
sexta-feira, 28 de agosto de 2026
quinta-feira, 27 de agosto de 2026
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
terça-feira, 25 de agosto de 2026
sábado, 22 de agosto de 2026
quinta-feira, 20 de agosto de 2026
segunda-feira, 17 de agosto de 2026
domingo, 16 de agosto de 2026
sexta-feira, 14 de agosto de 2026
acabem-se as férias
(Publicado originariamente na edição do Jornal A Guarda do dia 6 de Agosto
No pretérito artigo “vida-e-morte- o valor certo da vida II” terminámos com a pergunta “Qual o valor certo da Guarda (ou de Portugal, ou de Vila Mendo, ou…)?” Deixamos a resposta (se a houver) a essa questão para depois das férias; e falemos aligeiradamente destas- as férias. Um dos grandes problemas da produtividade do país reside inequivocamente nas férias!!! Para além do que, na prática, não se trabalha nos dias de recesso, a questão maior é o que não se produz durante o ano laboral; e não tanto por incompetência ou má organização e gestão (o que acontece, não raras vezes!), mas talvez e sobretudo por passarmos metade do ano numa ânsia desmesurada para que elas cheguem, fazendo planos de planos, criando expectativas de expectativas, idealizando-as como se fossem a solução para todos os males e angústias que nos ensombram os dias (e as noites!). Depois passamos a outra metade em martírio por não termos feito tudo aquilo, ou nada daquilo que se programou. O que quer dizer, a bem ver, que passamos onze meses assim: com o pensamento imerso no que foi, e no que poderia ter sido, e no que vai ser da próxima vez. Claro, depois não será admiração que o trabalho sofra com o nosso sofrimento… e o país com isso! Sendo até caso para interrogar em forma de afirmação: Como é que o país pode andar para a frente?!. E ainda há uma nuance, toda uma outra nuance; é que mal entramos de férias começamos logo a remoer o seu términus: ai que já só faltam 10, 8, 3... dias para o fim. E pronto, lá passa o tempo sem ser aproveitado, ou melhor, sem nos aproveitar a nós mesmos! Portanto, estamos quase sempre na fase do “nunca mais chega”, “já está quase a acabar”, ou ainda do “nunca mais acaba”. De facto, parece que nunca estamos bem; e quando parece que estamos, arranjamos maneira de não estar! Somos assim. E não sabemos se poderíamos ser de outra maneira…
Já agora, e se for o caso, Boas Férias!
Etiquetas:
jornal A Guarda,
opiniões,
reflexões
quinta-feira, 13 de agosto de 2026
terça-feira, 11 de agosto de 2026
Respiros
Principia o dia. O calor abrasador já se sente. Os animais espreitam ávidos as couves que hão-de chegar ao Natal gélido; e já se sente a falta...
Etiquetas:
1;pensamentos;reflexões
domingo, 9 de agosto de 2026
Reditos
Tenho monentos de melancolia, dos quais apenas consigo sair através da reflexão- Hannah Arendt
Etiquetas:
Autores; pensamento,
reflexões
sexta-feira, 7 de agosto de 2026
segunda-feira, 3 de agosto de 2026
domingo, 26 de julho de 2026
Gentes de Cá
Fernanda- neta; Patrícia- filha; Andreia- filha; Sra. Eugénia- mãe
A Sra. Eugénia do Nascimento Dias, de 83 anos regressou a a Portugal depois de ter saído de Vila Mendo em 1958, numa viagem de 14 dias até ao Brasil. Foi com o pai José Joaquim do Nascimento (conhecido em Vila Mendo como Zé Parada por ser da aldeia de Parada), a mãe Maria de Lourdes Marques Martins (que este ano completa 100 anos) e os irmãos José Luis, Amílcar, Irene e Fernando; já no Brasil nasceram o Júlio, o Eduardo e a Cecília: formando uma extensa família no Brasil e que levam com certeza, Vila Mendo no coração e na vida como tal.
Em 2019, regressou pela primeira vez a Portugal e visitou Vila Mendo numa terça-feira em que a quietude do dia e das gentes só foi quebrada pelo apito do merceeiro na esperança de vender alguns víveres. Desta vez, esteve cá no dia do Vila coMendo e por tal a experiência do regresso foi diferente.
(Talvez um dia possamos aprofundar a história de vida da Sra. Eugénia...)
Etiquetas:
1; Vila Mendo- Vidas,
Pessoas,
VilaMendonomundo
sexta-feira, 24 de julho de 2026
Sugestão de leitura
Todos os livros de George Steiner são de uma profundidade reflexiva assinalável. Crítico literário de excelência, deixa-nos aqui uma reflexão sobre as interacções e as relações tremendamente complexas, difíceis, inusitadas até entre mestres e discípulos (professores e alunos) que caracterizam as formas mais fundas de pedagogia.
Etiquetas:
Autores; livros; pensamento
quinta-feira, 23 de julho de 2026
(vida-e-morte)- o Valor certo da Vida II
(Publicado originariamente na edição do Jornal A Guarda do dia 16 de Julho)
No pretérito artigo “vida-e-morte” terminámos com a proposição de uma questão: ”qual o valor certo da vida”? A resposta não é evidente, muito menos imediata; até porque no limite não há resposta. Quando muito há um sem fim de possibilidades que nos poderão aproximar (nunca chegar, talvez) a esse tal valor, ainda por cima, certo! Como humanos, gostamos de valores exactos; quantificamos tudo; o mundo de consumo rege-se por valores (entenda-se números) precisos; e se isso sim é uma evidência- porque no modelo de sociedade tudo ou quase é economia (se bem, se mal é todo um outro intrincado assunto) com as vicissitudes que isso nos traz (e nos leva!)- na reflexão que aqui se produz (pretensão) não é desse valor que nos importa… importando.
De facto não se pretende elencar, hierarquizar um conjunto de atitudes boas como de uma receita se tratasse; antes, e no máximo, ponderar (e o verbo aqui pode também não ser o a mais adequado) esse tal valor. E provavelmente nunca conseguiremos passar de uma insuficiente ponderação, quanto mais chegar à certeza desse valor. É… que a vida é… muitas vidas! A Vida são muitas pequenas vidas com que a vivemos e a surpreendemos como tal. São experiências, vivências, relações, emoções, sensações, realidades, percepções, partilhas variadas, ilusões, desilusões… Encontrar aqui um termo médio, um continuum produtivo e producente que, de alguma maneira, nos permita conciliar a quantidade (boa ou nem tanto) de estímulos e desafios com que somos assoberbados ao longo da existência e nos conduzem a contradições, tantas vezes insanáveis, comigo mesmo, e descobrir essa “media res”, e antes disso ter noção (ainda que esquiva) do meio termo de mim mesmo… seria chegar algo perto (na lonjura) do valor certo da Vida. Mas como a mente humana está, desde o início dos tempos, como que formatada para uma lógica competitiva dentro duma lógica de sobrevivência agimos (e reagimos ainda mais) de forma automática e insensata, camuflada por vezes naquilo que se designa por pragmatismo (e que é necessário em muitas situações, sem dúvida); porém quando sistematicamente e sistemicamente experienciamos a vida em binómios: bom ou mau; tudo ou nada; muito ou pouco; forte ou fraco; alegre ou triste, etc. ficamos reduzidos a eternos combates férreos que colectivamente conduzem quase que inevitavelmente a desgraças bastantes.
O valor certo da vida será portanto essa ponderação daquilo que são as múltiplas relações fixadas e multiplicativas ralações associadas que estabelecemos constantemente num processo infindo até ao fim (que é princípio para aqueles que acreditam na eternidade). É na perspectiva (e até na justificativa) de como encaramos os outros (e os outros nos encaram), como nos pomos no seu lugar e nos posicionamos nas interacções surgidas- e idealmente num processo simbiótico, levariam a benefício de todos- que poderemos alcançar um vislumbre fugidio desse valor. Deste modo, não haverá propriamente O valor certo da vida, mas poderá haver caminho… de possibilidades que nos irão (distantemente) aprochegar dele… e nos permitirão amenizar o medo imoderado da morte.
E, numa reviravolta um tanto ou quanto assombrosa na análise, qual o valor certo da Guarda (ou de Portugal ou de Vila Mendo ou…)?
Etiquetas:
jornal A Guarda,
opiniões,
reflexões
quarta-feira, 22 de julho de 2026
Subscrever:
Mensagens (Atom)
















































