A Eucaristia
sábado, 30 de novembro de 2019
terça-feira, 26 de novembro de 2019
25 de Novembro- Ten. General Alípio Tomé Pinto
Ismael Soares e Alípio Tomé Pinto
Pertencentes à Companhia 129, foram dos primeiros a ir para a Guerra Colonial em 1961- Angola. Tomé Pinto, ferido várias vezes em combate, ficou conhecido como o Capitão do Quadrado (tem um livro com o mesmo nome) principalmente pela suas estratégias de combate inovadoras e arrojo na Guiné. Não menos importante, a forma profícua como se relacionou e respeitou as populações locais.
No 25 de Novembro de 1975 teve um papel primordial para que o extremismo de esquerda não assaltasse o poder, a democracia tivesse prevalecido e não entrássemos em guerra civil.
Foi general com apenas 45 anos e Comandante-Geral da GNR na década de 80 entre muitos outros cargos distintos.
O agora Tenente General, regressa regularmente às suas origens em Trás-os-Montes, mais especificamente a Maçores- Torre de Moncorvo, onde mantém actividades ligadas à terra e onde se encontra com ele próprio e com o mundo.
Ismael Soares e Alípio Tomé Pinto personificam as gentes anónimas e heróicas que fazem e consubstanciam a identidade de um povo: vertical, com valores e com futuro.
Saibamos honrá-los.
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Guerra colonial,
Pessoas
segunda-feira, 25 de novembro de 2019
sábado, 23 de novembro de 2019
Entrevista- Acácio Pereira
Reeleito Presidente do Sindicato do SEF, a entrevista do nosso conterrâneo e amigo Acácio Pereira ao Jornal Interior AQUI , na pretérita semana.
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Pessoas
sexta-feira, 22 de novembro de 2019
Jantar- Guarda Futebol Clube
A sociedade de advogados gmp ( Gonçalves, Micaelo Pinheiro & Associados ) vai oferecer um jantar aos elementos do Guarda Futebol Clube, um novo clube da nossa cidade. A Associação apoiará, bem como o Telmo Conde e o Jorge Cavaleiro. Domingo.
terça-feira, 19 de novembro de 2019
Viver
por Berta Carreira
Viver é
agradecer
ser grata e contente
por mim e por ti
pela natureza, obra prima,
e por onde estou agora
e gozar cada dia:
de memórias cintilado,
as felizes,
de banalidades feito,
agradecer
ser grata e contente
por mim e por ti
pela natureza, obra prima,
e por onde estou agora
e gozar cada dia:
de memórias cintilado,
as felizes,
de banalidades feito,
as que importam,
de gestos partilhados,
os espontâneos,
de aprendizagens apreendidas
e por saber (tantas),
de sorrisos escondidos e francos.
os espontâneos,
de aprendizagens apreendidas
e por saber (tantas),
de sorrisos escondidos e francos.
O Mundo é Plural
não Meu
e a Vida a quem tanto queremos
(e nem nos apercebemos)
é pouco de cada um.
e a Vida a quem tanto queremos
(e nem nos apercebemos)
é pouco de cada um.
Viver é
arte abstrata
cores de emoção
aventura enérgica
preto e branco
nas batalhas duras
um desafio desafiador
ritmos inconstantes
Constância na luta
e sorriso no olhar
um pulsar curioso
pelo desconhecido
um querer saber
mais
e de todos
numa entrega incondicional
- leve e livre.
Querer saber de mim:
surpreender-me
reinventar-me,
rir do erro
permitir loucuras
corrigir-me a brincar
trabalhar e progredir
descobrir virtudes
aplaudir
Conhecer-me o bastante
para confiar
e (me) amar
serena mente.
Viver não é
viver sente-se.
Berta Carreira
E o bater do meu coração sustenta o ritmo das coisas.
Sophia de Mello Breyner Andresen
E o bater do meu coração sustenta o ritmo das coisas.
Sophia de Mello Breyner Andresen
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Poesia
sexta-feira, 15 de novembro de 2019
quarta-feira, 13 de novembro de 2019
Momentos
Pedro; Cavaleiro; Ângelo; Júlio; Bruno; Carlos; Zé Luís; Luís Filipe
À conquista do Castelo de Almourol!
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Actividades,
Pessoas
segunda-feira, 11 de novembro de 2019
Repasto
Congregados, os comensais deleitam-se com os bácoros que, um par de horas antes, ainda ronquejavam por terras Cantanhedenses. Bem-haja ao Hugo (3º a partir da direita) pela predisposição e amizade com que nos mimoseou. Se bem comidos, melhor bebidos!..
sexta-feira, 8 de novembro de 2019
Vidas
É vê-la num afã quase que extasiante para refrear a impetuosidade dos dois cães (mais acostumados a lançar boca a uma lebre ou codorniz...) que providencialmente atados com duas guitas corriqueiras, se debatem para o livramento de tais amarras, até para eles incomuns. E grita e ameaça-os que não volta a trazê-los à rua... para passado pouco se debruçar sobre eles e os festejar... para passado pouco voltar a vociferar alto e bom som, num ciclo que parece não findar. Atrás, as cabras e as ovelhas; seguem-na, quase que indiferentes, como se fossem espectadoras assíduas de um espectáculo costumeiro, já habituadas aos desmandes de tais artistas.
-Oh Maria, olha que as tuas cabras andaram outra vez no meu lameiro!
-Coitadinhas, estavam com tanta fome. - responde, lesta e com olhar tão cândido que inibe qualquer reacção mais intempestiva de quem quer que seja.
- E os cães Maria? Presos com esses baraços?
- ... Senão fogem-me. Psiu, quetos... - irrequietos, puxam-na uma e outra vez e lá vai ela, quase que arrastada...
- Cabras dum raio! Pr`a cá... olha que... - e afasta-se a praguejar, indecisa de deixar os cães para ir atrás das cabras que, fartas do alarde, trepam as paredes aventurando-se num terreno verdejante, certas de que, com o avanço tido, podem começar a matar a larica...

É a Maria "do Tróia".
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Pessoas,
Vila Mendo- Vidas
quarta-feira, 6 de novembro de 2019
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
Tortulhos
Tempo de Tortulhos. Uma forma simples e saborosa de os degustar é assá- los, deitando-lhe somente uma pitada de sal.
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Actividades do campo
sábado, 2 de novembro de 2019
Melhoramentos
Piso novo do Regato à Balsa (casa branca)
da Estrada Antiga até ao Zé Albino
da Avenida Motard até ao cruzamento do Ordonho
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Obras
quarta-feira, 30 de outubro de 2019
Lareira- panela de ferro
Caiem respingos de chuva mansa e logo a lareira é desígnio para amornar o corpo e a mente que, entristecidos pelo tempo, se enjeitam a grandes jornas... chance para atafulhar aturadamente a panela de ferro (ciosa para mimosear os lembrados). Não é esta, decerto, labuta de grande monta para quem a larica e a vontade de se repimpar em aprazível festim, fala mais alto que qualquer maleita ou sornice própria dos dias insossos.
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Vila Mendo- Vidas
segunda-feira, 28 de outubro de 2019
sexta-feira, 25 de outubro de 2019
quarta-feira, 23 de outubro de 2019
segunda-feira, 21 de outubro de 2019
sexta-feira, 18 de outubro de 2019
A Freguesia de Vila Fernando no séc. XVII (1601 – 1700)- Óbitos
Graça Maria Garcia Soares Calçada Sousa
A Freguesia de Vila Fernando no séc. XVII (1601 – 1700)
Parte 3 – Óbitos (4)
l Apontamentos curiosos
1624 – João Gonçalves, de Albardo, “indo a feira de Sam
Bertolameu a Trancoso faleceu lá [e] está sepultado no Convento dos frades”.
1624 – Afonso Pires, de Vila Fernando, “passava de
cem anos” quando morreu.
1638 – Apolónia Gonçalves, ama do Vig. Manuel
Gouveia, pediu que dessem, no dia da sua morte, doze pães em honra dos doze
Apóstolos.
1648 – Faleceu Francisco Fernandes “Sigano” que foi casado com Joana Fernandes “neste lugar de Villa fernando”. Segundo o Vigário, “o defunto era homem preto, basto do corpo, barba negra, reprezentava idade de quarenta anos pouquo mais ou menos”. Foi sepultado dentro da igreja.
1648 – Faleceu Catarina Gonçalves de Vila Fernando. Fez testamento mas o
Vigário manifestou alguma estranheza, dizendo que “não assinou nem foi assinado, e não sei se neste testamto
[h]ouve alguma malicia porq me não foi
mostrado mais q meia folha de papel escrito, e fazia menção de não acabar na
meia folha, escrito deixava dous officios e humas missas…”.
1658 – Neste ano, o Vig. Francisco Carvalho redigiu este estranho assento.
“Ao primeiro dia do mes de Maio do
anno de 1658 indo Franco Antunes o piquam1 de Villa Mendo passando pela ponte de Villa
Gracia cahio della pª baixo, e se afogou, e não apareceo mais seu corpo sendo
buscado pella justiça até hoje vinte do mês de Julho por verdade fiz este
assento q assinei, e não apareceo mais.
Mais tarde acrescentou novas informações. “Aos vinte de 7bro apareceo seu corpo inteiro, vestido e
calçado e o sepultei nesta Igja sem ter ainda fedor, e só lhe
faltava os dedos de huma mão, e apareceo com huma grande trovoada, e enchente
de augoa q veio neste dia no lugar da ribeira ____(?)”. (1picão=valentão?)
1658 – “Aos vinte e cinco de 9bro acharam morto a Dos Afonso do Adão junto das vinhas do ditto lugar, esta sepultado dentro desta Igja e o juiz da vara do concelho do Adão fez sua diligência em avisar a justiça da Gda (= Guarda) e por verdade fiz este assento”.
1680 – Faleceu, em Vila Fernando, Sebastiana Cabral que era mãe do Vigário António
Tenreiro Cabral. Embora não fossem da freguesia, ela foi aí sepultada e o filho
redigiu o assento de óbito. Na margem, o Vigário registou o seguinte: “fiz lhe logo hum offº (=ofício) de nove lições de corpo prezente e despois
2 de canto de órgão a dous choros”.
1684 – Isabel Fernandes, do Monte Carreto, faleceu. O Vigário escreveu que ela “tinha feito seu testamto” mas
que este não apareceu. Por isso, explicaram ao Reverendo Visitador que um irmão
dela, Matheus Fernandes, “o queimara porq lhe devia de amargar” e
o Vigário registou que o “Rdo Vizitador mandou fazer hum
Rol q tenho em meu poder que fizeram as testemunhas” e que incluía “o bem dalma e hum offº que deixou por seu
pai e mai como mais legados no qual se obrigou o ditto Mattheus Frz’ a dar
cumprimento a tudo o que contem o Rol…”. (Estes Reverendos Visitadores
deslocavam-se regularmente da Guarda a Vila Fernando para inspecionarem o
trabalho desenvolvido na igreja e na freguesia).
1687 – “… falleceo
hum Pobre q me disseram se chamava Mel Roiz’ (=Rodrigues) e
q era do termo da Covilham, o qual falleceo em caza de Xisto Gonçalves de Vila Mendo, e sem Sacramtos por
me não chamarem , nem eu ter noticia de q ele estava em tal povo, está
sepultado no adro desta Igja junto à porta travessa, não se achou
testamto e por verdade fiz este assento q assinei [h]oje dia mes era ut supra”.
O
Vigário acrescentou uma informação curiosa (e, infelizmente, incompleta porque
a folha está rasgada): “Condenei o ditto
Xisto Glz em 500rs pella omissão q teve de não chamar…”
1688 – Domingos era um moço solteiro e órfão, do Adão. Faleceu “nas partes do Alentejo”. O Vigário fez “mº bem dalma” por ele, em setembro, quando soube da notícia.
1690 – Neste ano, “foi achado morto no ____(?) da fonte dademouro junto deste lugar (V. Fern.)
Antº Glz da Qta da Ramalhosa fregª do Richozo”. Foi sepultado
dentro da igreja.
1698 – Em 23 de abril, o Vigário escreveu “tive noticia q fallecera nas partes do
Alentejo Dos Frz’ de Val dos
carros, não me consta q fizesse testamto… ”.
1698 – António Fernandes do Remédio, de Pousafoles “oRotto”, “ellegeo
sepultura na hermida de S. Bmeu do lugar do Adão aonde está sepultado com
licença do Rdo Provizor não me prejudicando nos meus direitos
parochiais” – escreveu o Vigário.
1700 – Uma defunta deixou pedido em
testamento “q seu corpo fosse amortalhado
em hábito de S. Frco”.
l Assinaturas dos Vigários
Vig. Francisco Carvalho
Vig. António Tenreiro (Cabral)
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história freguesia
quarta-feira, 16 de outubro de 2019
Vila Mendo On Tour
Domingo- na Pousada da Lourinhã antes e durante o almoço.
No Castelo de Almourol
No Centro de Interpretação Templário de Almourol em Vila Nova da Barquinha
Em Abrantes e a chegada a Vila Mendo
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Actividades
terça-feira, 15 de outubro de 2019
Vila Mendo On Tour- fotos
Sábado à tarde- Forte de Peniche/ Museu da Resistência e Liberdade- vale a pena esta visita, ainda para mais quando abrirem as celas prisionais do Estado Novo.
(faltam os registos do Museu de Rendas de Bilros que é interessante)
Na Adega Cooperativa da Lourinhã- excelente a aguardente produzida e boa a explicação.
Jantar na Pousada da Juventude da Lourinhã
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Actividades
segunda-feira, 14 de outubro de 2019
sexta-feira, 11 de outubro de 2019
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